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Agriao indicações e usos

Monday, November 27th, 2006 | Author: Ervas Medicinais

Indicações e Usos: É um excelente alimento para limpar as toxinas do corpo. Rico em vitaminas A e C, possui em sua composição também ferro, enxofre, fósforo e potássio. Dos talos às folhas, o agrião tem várias propriedades terapêuticas. Age como antiinflamatório nas colites. Combate o ácido úrico nos organismos sobrecarregados pela ingestão de muita carne, leite e ovos. Atua também nos casos de tuberculose, raquitismo, escorbuto e formação de pedras nos rins. Diminui, ainda os efeitos da nicotina. De preferência, o agrião deve ser consumido cru, pois suas propriedades tônicas e estimulantes abrem o apetite. Mastigado devagar, o agrião fortalece as gengivas e aumenta a salivação, favorecendo a digestão. O suco dos talos e folhas é ótimo para problemas nos rins, na pele e no aparelho respiratório. Para aliviar o catarro e as secreções de quem tem bronquite crônica, deve-se usar meio copo de suco puro todos os dias. Misturado com mel, é um xarope poderoso contra a tosse, uma fórmula já explorada pela indústria farmacêutica. Para o tratamento de colites e enfermidades do intestino grosso, recomenda-se uma mistura de sucos de agrião e rúcula. Também funciona como um excelente anticaspa e, se friccionado no couro cabeludo, age contra a queda de cabelos.

Atenção: Não deve ser consumido em grandes quantidades pelas mulheres grávidas, pois pode provocar aborto.

Ervas

MAÇÃ - Pyrus malus by Ervas Medicinais on December 3rd, 2006
Digestiva e exerce um controle sobre a flora intestinal.

NABO - Brassica napius by Ervas Medicinais on December 3rd, 2006
O nabo é indicado para combater a gripe e doenças dos brônquios.

Ervas para amizades by Ervas Medicinais on January 4th, 2007
ervilha-de-cheiro, urze, citronela, erva-cidreira.

ABACAXI - Ananás sativus by Ervas Medicinais on December 3rd, 2006
O abacaxi, além de ótimo purificador do sangue, é diurético e ajuda a digestão.

MORANGO - Fragaria vesca by Ervas Medicinais on December 3rd, 2006
Mais rico em vitamina C do que a laranja ou limão, portanto bastante indicado para prevenção de gripes e resfriados.

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ZIMBRO

Wednesday, November 01st, 2006 | Author: Ervas Medicinais

Nome científico Juniperus communis L.
Propriedades terapêuticas Antiinflamatória
Princípios ativos Flavonóides, ácido glicocólico
Informações complementares

É uma planta antiinflamatória que não deve ser utilizada por quem tem problemas renais, pois pode agravar a doença.

Crianças também estão proibidas de usá-lo. Tem flavonóides e ácido glicocólico que aumenta muito a filtração glomerular e torna-o tóxico para mucosas.

Ervas

BOLDO-DO-CHILE by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Peumus boldus Molina Família Monimiáceas Sinonímia popular Boldo chileno Sinonímia científica Peumus boldus (Molina) Lyons Parte usada Folhas Propriedades terapêuticas Tônica, excitante, aperiente, digestivo, carminativo , diaforético, calmante, estomáquica, eupéptica, colagoga, colerética, diurética Princípios ativos Óleo essencial (eucaliptol, ascaridol, cineol, eugenol e alfa pineno)(2% v/p); Alcalóides (totais 0,250 a 0,535 %) sendo eles: (boldina 0,1%), iso-coridina, nor-isocoridina, N-metil-laurotetanina e esparteína; Taninos; Indicações terapêuticas Afecções do fígado e do estômago, litíase biliar, cólicas hepáticas, hepatites, dispepsia, tontura, insônia, prisão de ventre, reumatismo, gonorréia.

AZEDINHA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Oxalis acetosella L.

ORA-PRO-NOBIS (2) by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Pereskia grandifolia Haworth Família CACTACEAE Sinonímia popular Jumbeba, rosa-madeira, groselha-da-américa, groselha-dos-barbados, groselheira-das-antilhas.

CONFREI by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Symphytum officinale L.

PIMENTÃO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Capsicum annuum L.

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VIOLETA

Wednesday, November 01st, 2006 | Author: Ervas Medicinais

Nome científico Viola odorata L.

Ervas

JUÁ by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Zizyphus joazeiro Martius.

BOLDO-DE-JARDIM by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Plectranthus barbatus Andrews Família Labiadas Sinonímia popular Falso-boldo, boldo-brasileiro Sinonímia científica Coleus barbatus (Andrews) Benth Parte usada Folhas Propriedades terapêuticas Tônica, eupéptica, hepática, colagoga, colerética, calmante, carminativa, anti-reumática, estomáquica Princípios ativos Óleo essencial rico em guaieno e fenchona ( 0,1 a 0,3%), Terpenos (barbatusina, ciclobarbatusina, cariocal), Triterpenóides, Esteróides Indicações terapêuticas Azia, dispepsias, mal estar gástrico, ressaca, gastrite Informações complementares Outro sinônimo científico Coleus forskohlii (Will.

HORTELÃ-DE-FOLHA-MIÚDA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Mentha piperita L.

MAMÃO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Carica papaya L.

CANA-DE-AÇÚCAR by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Saccharum officinarum L.

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VETIVER

Wednesday, November 01st, 2006 | Author: Ervas Medicinais

Nome científico Vetiveria zizanioides L.
Família POACEAE
Sinonímia popular Capim-cheiroso, falso-patchuli
Informações complementares

Origem
Espécie originária da Ásia tropical (Índia, Ceilão e Malásia).

Descrição Botânica
Planta mais utilizada para extração de óleos essenciais. Erva perene, de 1,50 a 2,20m de altura, cespitosa, colmos fortes, achatados, verde-claro-brilhantes com perfilhação abundante. Raízes numerosas, pardo-escuras e aromáticas. As folhas são estreitas, longas e rijas, com as extremidades dobradas. Flores em panícula terminal de coloração castanho-arroxeada de 20 a 30cm de comprimento.

Cultivo
Propagação: por estacas ou divisão de touceiras.

Plantio: outubro – dezembro.

Florescimento: todo o ano no Brasil.

Ervas

ERVA-DE-SÃO-JOÃO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Hypericum perforatum L.

MANJERONA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Origanum majorana L.

MIRTILO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Vaccinium myrtillus L.

PINHÃO-ROXO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Jatropha gossypiifolia L.

CITRONELA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Cymbopogon nardus (L.

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UVA

Wednesday, November 01st, 2006 | Author: Ervas Medicinais

Nome científico Vitis vinifera L.
Família Vitaceae (Ampelidaceae)
Sinonímia popular Uva, parreira, videira.
Parte usada Sementes (óleo), folhas e frutos maduros na forma de sucos.
Propriedades terapêuticas Anticarcinogênica, antitumoral, antioxidante, hepatoprotetora, vasoprotetora.
Princípios ativos Flavonóides (4-5 %), taninos, ácidos (tartárico, málico, succínico, cítrico, oxálico).
Indicações terapêuticas Diminuir a quantidade de radicais livres de oxigênio.
Informações complementares

Nomes em outros idiomas

Grape (inglês);
Vid (espanhol);
Vigne (francês);
Traube (alemão);

Outra espécie

Vitis rotundifolia

Características gerais
Fruto (que é uma baga) oblongo a globular, com 6 a 22 mm de comprimento, violeta-escuro, vermelho, verde ou amarelo.

As sementes têm formato de pêra. A vinha chega a 30 cm de altura e trepa com suas gavíneas. Folhas alternantes, palminérvias geralmente com três a cinco lobos. Superfície superior glabra (sem pelos) e inferior lanada. Flores pequenas reunidas em panículas. (Gruenwald, 2000)

Origem
Típica do sul da Europa a oeste da Ásia e cultivada em todas as regiões temperadas do mundo.

Indicações terapêuticas
Atividade antioxidante: a proantocianidina presente nos extratos de semente de uva diminuem a quantidade de radicais livres de oxigênio.

Em um estudo, o efeito antioxidante da proantocianidina foi mais potente, comparativamente, que o efeito da vitamina C e da vitamina E succinato (Bagchi, 1997 citado em Gruenwald, 2000). O componente também inibe a peroxidação dos lipossomas de fosfatidilcolina (Plumb, 1998 citado em Gruenwald, 2000).

A atividade antioxidante tem sido demonstrada em vários trabalhos através da inibição da peroxidação lipídica pelo extrato de sementes de uva. Topicamente, as procianidinas previnem a degradação de componentes estruturais de matrizes extravasculares , como colágeno, elastina e ácido hialurônico. No endotélio, a limpeza de radicais livres e os efeitos antiperoxidativos das procianidinas têm contribuído na manutenção da integridade estrutural por inibir as proteases como colagenase, elastase, hialuronidase e beta-glucuronidase (Foster, 1992).

Receitas populares
O óleo é muito usado na cosmética em máscaras faciais, cremes para as mãos, óleo para o corpo e as mãos e em xampus (Negraes, 2003).

Uso alimentar
In natura, em geléias, sucos, tortas, bolos.

Dosagens
Extratos de sementes de uva têm sido usados em terapia preventiva em tratamentos com 150-600 mg diários, com doses de 50 mg (Arne, 1982; Baruch, 1984; Corbe, 1988; Delacroix, 1981; Henriet, 1993; Nuttall, 1998; Soyeux, 1987 citado em Gruenwald, 2000).

Contra-indicações
Não há relatos de efeitos adversos, dentro das quantidades recomendadas.

Ervas

ROSA-MOSQUETA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Rosa canina L.

CALÊNDULA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Calendula officinalis L.

ALECRIM by Ervas Medicinais on October 31st, 2006
Nome científico Rosmarinus officinalis L.

JABORANDI by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Pilocarpus microphyllus Stapf.

HERA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Hedera helix L.

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URUCUM

Wednesday, November 01st, 2006 | Author: Ervas Medicinais

Nome científico Bixa orellana L

Família Bixaceae
Sinonímia popular Urucu, urucu-ola-mata,achiote,bixa
Parte usada Semente, raiz, folhas
Propriedades terapêuticas Expectorante, hipotensor, vermífugo, afrodisíaco, digestivo.
Princípios ativos Flavonóides, flavonas, ácidos fenólicos, açúcares livres, ácidos graxos saturados, carotenóides, bixinos, norbixina, vitamina C.
Indicações terapêuticas Emagrecimento, bronquite, faringite, doenças pulmonares, asma, febre, moléstias cardiovasculares, ferimentos, queimaduras, inflamação.
Informações complementares

Origem
Amazônia Brasileira.

Descrição
Arbusto de 2-5m de altura , 10cm de diâmetro, peciolos largos, folhas alternas, inteiras, simples, ovadas. Inflorescências panículas terminais, flores vistosas, andróginas; rosadas com manchas púrpuras.

Fruto cápsula ovóide loculicida com numerosas sementes ovóides recobertas por um arilo espinhoso, descoloração variando de amarelo pardo a vermelho púrpuro.

Propagação
Por semente, desenvolve-se satisfatoriamente sob as mais diversas condições climáticas, preferindo solos profundos, permeáveis e bem drenados.

Uso fármaco-terapêutico
Bronquite, faringite, expectorante;
Hipotensor, vermífugo, tratamento de doenças pulmonares, asma, febres, afrodisíaco, moléstias cardiovasculares;
Ferimentos, queimaduras;
Digestivo, inflamação.
Parte utilizada: (1) folhas; (2,3) sementes; (4) raiz.

Modo de usar: (1,2) infusão; (3) pó; (4) decócto.

Uso popular
Utiliza-se as sementes para emagrecer: 3 sementes (2xdia) na 1ª quinzena, 4 sementes na 2ª quinzena (2xdia), 5 sementes na 3ª quinzena (2xdia) e assim vai até completar 3 meses. Queima calorias, acelera o metabolismo e diminui o colesterol. (PASTORAL DA SAÚDE DE CUIABÁ-MT)

Outros usos
As sementes são industrializadas produzindo um pó vermelho denominado colorau, usado para tempero culinário.

Utilizado pelos indígenas como repelente e protetor da pele contra os raios solares.

O arilo contêm o pigmento bixina usado como matéria prima de corantes.

Os restos das cápsulas, após a retirada das sementes, podem ser empregados como adubação orgânica e cobertura morta e em mistura com rações para alimentação animal.

A tintura do fruto é poderoso antídoto do ácido cianídrico que é o veneno contido na raiz da mandioca.

Ervas

ROSA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Rosa gallica L.

ALFAZEMA by Ervas Medicinais on October 31st, 2006
Nome científico Lavandula officinalis Chaix & Kitt.

Utilize a busca by Ervas Medicinais on December 3rd, 2006
.

ERVA-CIDREIRA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Melissa officinalis L.

CÁLAMO-AROMÁTICO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Acorus calamus L.

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URTIGA

Wednesday, November 01st, 2006 | Author: Ervas Medicinais

Nome científico Urtica dioica L.

Ervas

LIMÃO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Citrus limon (L.

CEREFÓLIO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Anthriscus cerefolium (L.

ROSA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Rosa gallica L.

LOSNA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Artemisia absinthium L.

CHAPÉU-DE-COURO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Echinodorus grandiflorus (Cham.

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UNHA-DE-GATO

Wednesday, November 01st, 2006 | Author: Ervas Medicinais

Nome científico Uncaria tomentosa (Willd. Ex Roem. & Schult.) DC.

Família Rubiaceae
Sinonímia científica Uncaria surinamensis, Nauclea aculeata, N. tomentosa, Ourouparia tomentosa
Parte usada Folha, raiz, casca
Propriedades terapêuticas Analgésica, antiinflamatória, antimutagênica, antioxidante,antiproliferativa, antitumoral, antiviral, citoprotetora, citostática, citotóxica, depurativa, diurética, hipotensiva, imuno-estimulante, imunomodulatória.
Princípios ativos Acetoxidihidronomilina, ácido alfa-trihidroxi-ursenóico, carboxistrictosidina, ácido acetiluncárico, ácido adípico, alcalóides (especiofilina (uncarina D), isomitrafilina, isopteropodina (unicarina E), mitrafilina, pteropodina (unicarina C).
Indicações terapêuticas Artrite, intestino, problemas digestivos
Informações complementares

Nomes em outros idiomas
Cat´s claw, unha de gato, paraguayo, garabato, garbato casha, samento, toroñ, tambor huasca, uña huasca, uña de gavilan, hawk´s claw, saventaro.

Descrição
UNHA DE GATO (Cat´s Claw) é uma das plantas medicinais peruanas de maior importância. No 1º Congresso Internacional desta espécie patrocinada pela Organização Mundial da Saúde (WHO), catalogou-se o redescobrimento desta planta amazônica como a mais importante descoberta desde o quinina, árvore peruana descoberto no século XVII.

A Unha de Gato é uma vinha de madeira larga e seu nome é proveniente dos espinhos em forma de gancho que crescem ao longo da vinha e envolvem a planta Unha de Gato. Duas espécies próximas da Uncaria são utilizadas quase como substitutas nas florestas: U. tomentosa e U. guianensis.

Ambas espécies podem alcançar mais de 30 m de altura em seu topo, porém a U. tomentosa possui espinhos pequenos e flores branco-amareladas, enquanto que a U. guianensis possui flores laranja-avermelhadas e espinhos que são mais curvados.

Origem
A Unha de Gato é uma planta indígena da floresta Amazônica e outras áreas tropicais da América do Sul e Central, incluindo Peru, Colômbia, Equador, Guiana, Trinidad, Venezuela, Suriname, Costa Rica, Guatemala e Panamá. Existem outras espécies de plantas com um nome comum de Unha de Gato (ou uña de gato) no México e América Latina; porém elas são derivadas de uma planta completamente diferente - não pertencente ao gênero Uncaria ou mesmo à família da Rubiaceae. Muitas variedades da Unha de Gato mexicanas possuem propriedades tóxicas.

Ambas espécies de Uncaria sul americanas são utilizadas pelos índios da Floresta Amazônica de maneiras muito semelhantes além da longa história de uso. A Unha de Gato (U. tomentosa) tem sido utilizada medicinalmente pelas tribos dos Aguaruna, Asháninka, Cashibo, Conibo e Shipibo do Peru por pelo menos 2000 anos.

A tribo indígena Asháninka da região central do Peru possui a história mais antiga registrada com relação ao uso da planta. Elas também são a maior fonte de Unha de Gato do Peru atualmente.

Uso medicinal
Os Asháninka utilizam a Unha de Gato para tratar asma e inflamações do trato urinário; para recuperação do parto; assim como purificador dos rins; para cura de ferimentos profundos; para artrite, reumatismo e dor óssea; para controlar inflamação e úlceras gástricas; e para câncer.

Tribos indígenas em Piura utilizam a Unha de Gato para tratar tumores, inflamações, reumatismo e úlceras gástricas.

Tribos indígenas na Colômbia utilizam a vinha para tratar gonorréia e disenteria. Outras tribos indígenas peruanas utilizam a Unha de Gato para tratar diabetes, câncer do trato urinário feminino, hemorragias, irregularidades na menstruação, cirrose, febres, abscessos, gastrite, reumatismo, inflamações; para lavagem interna e tumores; e para “normalizar o corpo”.

A Unha de Gato também tem sido utilizada como contraceptivo por diversas tribos do Peru (mas somente em doses excessivas), conforme registrado. Dr. Fernando Cabieses, uma conhecida autoridade em plantas medicinais peruanas, explica em seu livro que os Asháninka fervem de 5 a 6 kg da raiz em água até a redução para um pouco menos que um copo.

A quantidade de um copo desta decocção é então tomada diariamente durante o período de menstruação por três meses consecutivos, o que supostamente causa esterilidade por três a quatro anos. Com tantos usos documentados de plantas desta importante floresta, não é surpresa que tenha chamado a atenção de pesquisadores e cientistas do ocidente.

Os estudos foram iniciados no início dos anos 70 , quando Klaus Keplinger, um jornalista e etnologista independente de Innnsbruck, Áustria, organizou o primeiro trabalho definitivo com a Unha de Gato.

O trabalho de Keplinger nos anos 70 e 80 levou os diversos extratos da unha de gato a serem vendidos na Áustria e Alemanha como fitoterápicos, 2-4 assim como o estimulou quatro patentes americanas, que descrevem procedimentos de extração para um grupo de princípios ativos chamados de alcalóides oxíndoles e a imunoestimulação destes alcalóides encontrados na Unha de Gato.5-8

Estes novos alcalóides despertaram interesse mundial nas propriedades medicinais desta valiosa vinha da floresta. Outros pesquisadores independentes da Espanha, França, Japão, Alemanha e Peru seguiram Keplinger, muitos dos quais confirmaram sua pesquisa sobre a imuestimulação de alcalóides da vinha e da raíz.

Muitos destes estudos publicados a partir dos anos 70 ao início dos anos 90 indicaram que 2 frações inteiras dos alcalóides oxíndoles, casca da vinha inteira e/ou extratos da casca e raíz, ou ainda seis alcalóides oxíndoles testados individualmente, aumentaram a função imune em 50% em pequenas quantidades, relativamente.9-16

Pesquisadores canadenses da Universidade de Otawa documentaram que um extrato integral da vinha demonstrou um forte efeito imunoestimulante em 1999. 17 Pesquisadores peruanos independentes demonstraram que um extrato integral da vinha aumentou a função imune em ratos a uma dosagem de 400 mg/kg em um estudo realizado em 1998.18

Novos extratos contidos na Unha de Gato têm sido produzidos desde 1999 até os dias atuais, e os estudos clínicos publicados (financiados pelos produtores destes extratos) têm demonstrado que estes produtos continuam provendo a mesma estimulação imunológica benéfica conforme documentada há quase 20 anos.19-22

O que então foi importante para maior esclarecimento sobre a Unha de Gato, como acontece com pesquisas direcionadas para o mercado. Um produtor de um extrato da Unha de Gato patrocinou um estudo sobre estes alcalóides imuno-estimulantes.

A pesquisa destes alcalóides indicou que supostamente, dois tipos diferentes de Unha de Gato (tipos químicos) crescem na floresta tropical e/ou que a Unha de Gato produz “alcalóides bons” e “alcalóides ruins”. Isto sugeriu que os alcalóides oxíndoles “bons” são os pentacíclicos (POA) e os “ruins” são os tetracíclicos (TOA).

Sua pesquisa chamou a atenção para a correlação dos alcalóides “ruins” com os benefícios imunológicos dos alcalóides “bons”.

Presumidamente a presença tão pequena quanto 1% de TOA na formulação da Unha de Gato poderia diminuir o efeito imunoestimulante em até 30%. Esta pesquisa não foi confirmada por pesquisadores independentes (que são aqueles que não vendem a unha de gato ou que são pagos por companhias que vendem a unha de gato).

Isto poderia explicar todas as pesquisas independentes definitivas realizadas em décadas no Japão, Peru, Alemanha, Espanha e Estados Unidos (incluindo as quatro patentes destes mesmos pesquisadores).

Grande parte da pesquisa independente anterior foi realizada com extratos oxíndoles integrais e a raíz integral ou extratos da vinha. Esta pesquisa documentou a presença de ambos os tipos de alcalóides nas suas análises e extratos todos os quais apresentaram ações imuno-estimulantes.

Surpreendentemente, algumas das “novas pesquisas” contrariaram os achados originais (e confirmados) de marketing! Assim como para a possibilidade de um “novo quimioterápico”: uma planta não altera sua constituição química em cinco anos.

Novamente, existem duas espécies de Unha de Gato - U. tomentosa e U. guianensis, com uma aparência fitoquímica similar, porém uma taxa de alcalóides oxíndoles diferente. Admitidamente (nos últimos 5-8 anos), a presença de U. tomentosa declinou na floresta tropical peruana devido à devastação.

Devido ao baixo crescimento desta espécie à variedade de guianensis facilmente encontrada, ela é um “adulterante” comum encontrada em grandes quantidades de material processado da Unha de Gato que têm sido exportados da América do Sul atualmente.

A Unha de Gato tem sido utilizada no Peru e na Europa desde o início dos anos 90 como tratamento adjuvante para câncer e AIDS, assim como em outras doenças que afetam o sistema imunológico.2-4,23,24 Além dessa atividade imunoestimulante, outras propriedades anticancerígenas in vitro foram documentadas para estes alcalóides e outros constituintes da Unha de Gato.

Cinco dos alcalóides oxíndoles foram documentados clinicamente com propriedades antileucêmicas in vitro,25 e diversos extratos da casca e raiz demonstraram propriedades antimutagênica e antitumorais. 2,26-30 Pesquisadores italianos reportaram em um estudo in vitro realizado em 2001 que a Unha de Gato é inibiu diretamente o crescimento celular do câncer de mama em 90%,31 enquanto que outro grupo reportou que ela inibiu uma camada de estrógenos em células de câncer de mama humano in vitro.32

Pesquisadores suíços documentaram que ela inibiu o crescimento in vitro de células de linfoma e leucemia em 1998.33 Relatórios recentes das pesquisas de observação de Keplinger´s em pacientes com câncer recebendo a Unha de Gato concomitantemente com as terapias de câncer tradicionais como quimioterapia e radiação, reportaram menor efeitos colaterais comparado às terapias tradicionais (como queda de cabelo, perda de peso, náusea, infecções secundárias e problemas de pele).2

Pesquisadores subseqüentes têm demonstrado como estes efeitos podem ser possíveis: eles reportaram que a Unha de Gato pode auxiliar a reparação do DNA celular e prevenir a mutação de células; ela pode também ajudar na prevenção da diminuição de glóbulos brancos e danificação imunológica causada por diversas drogas quimioterápicas (um efeito colateral comum chamado de leucopenia).19-21

Outra área significante de estudo têm focado as propriedades antiinflamatórias da Unha de Gato. Enquanto esteróides da planta (beta-sitosterol, stigmasterol, e campesterol) e princípios ativos antioxidantes (catequinas e procianidinas) encontrados na Unha de Gato são descritos com algumas destas propriedades; novos fitoquímicos chamados de glicosídeos ácidos quinóvicos (encontrados na casca e raízes) foram documentados por serem os anti-inflamatórios mais potentes constituintes da planta (em 1991).34

Este estudo e outros subseqüentes indicaram que a Unha de Gato (especialmente seus glicosídeos) poderiam inibir a inflamação de 46% até 89% em vários testes in vivo e in vitro .35-41 Os resultados destes estudos validaram sua longa história de utilização indígena para artrite e reumatismo, assim como para outros tipos de inflamação estomacal e desordens de intestino.

Isto foi também demonstrado clinicamente na eficácia contra úlceras estomacais em um estudo in vivo com ratos .42 A pesquisa na Argentina reporta que a Unha de Gato é um eficaz antioxidante ;43 outros pesquisadores concluíram em 2000 que é um antioxidante tão bom quanto um inibidor da produção de FNT-alfa notadamente potente. (FNT, ou fator de necrose tumoral, representa um modelo de crescimento tumoral dirigido por uma citocina inflamatória.)

A pesquisa deles reportou que o mecanismo primário para a ação antiinflamatória da Unha de Gato parece ser através da imunomodulação por supressão desta citocina.44

Pesquisadores americanos, notavelmente reportaram em 2002 que as ações antiinflamatórias da Unha de Gato não são atribuídas à imunoestimulação dos alcalóides.45 Isto explicaria porque um produto constituído com a maioria dos alcalóides mostraram somente poucos benefícios para pacientes com artrite por outro grupo que estudava (e vendia) uma preparação especial de alcalóide da Unha de Gato.46

O mesmo grupo de princípios ativos glicosídeos também demonstrou propriedades antivirais in vitro em um outro estudo recente.47 Além de alcalóides imuno-estimulantes, a Unha de Gato também possui os alcalóides rincofilina, hirsutina, e mitrafillina, os quais têm demonstradas propriedades vasodilatadoras e hipotensivas.48,49 A rincofilina também mostrou capacidade de inibir trombose e agregação plaquetária.

Ela também previne coágulos nas vasos sanguíneos, liberam os vasos sanguíneos das células endoteliais , dilatam as veias sanguíneas periferais, diminuem a freqüência cardíaca e o colesterol do sangue.49,50 Algumas das pesquisas mais recentes indicam que a Unha de Gato pode auxiliar pessoas portadoras da doença de Alzheimer pela atribuição dos efeitos antioxidantes já confirmados ou,possivelmente pela dilatação dos vasos sanguíneos do cérebro pelos alcalóides como a rincofilina.51,52

Na Fitoterapia atual, a Unha de Gato é empregada no mundo inteiro nas diferentes condições, incluindo desordens imunológicas, gastrite, úlcera, câncer, artrite, reumatismo, desordens reumáticas, nevralgias, inflamações crônicas de todos os tipos e até doenças virais como herpes zoster (shingles). Dr. Brent Davis, D.C., refere-se à Unha de Gato como a “desbravadora de caminhos” devido à sua habilidade de limpeza de todo o trato gastro intestinal e sua efetividade no tratamento de desordens do estômago e intestino (como a Doença de Crohn, “síndrome do intestino solto”,úlceras, gastrite, diverticulite e outras condições inflamatórias do intestino e estômago).

Dr.Julian W hitaker, M.D., reporta o uso da Unha de Gato nos casos de câncer, devido aos seus efeitos imuno-estimulantes, e ainda que auxilia a prevenção de acidente vascular cerebral (AVC) e ataques cardíacos, reduz coágulos sanguíneos, podendo ser utilizada também para diverticulite e “síndrome intestinal aguda” .

As formas farmacêuticas mais comumente utilizadas atualmente são cápsulas e comprimidos, os quais estão disponíveis amplamente na maioria das lojas especializadas em alimentos para saúde a preços razoáveis. Existem também novos (e mais caros) extratos de Unha de Gato em comprimidos e cápsulas-alguns reservados para pesquisa (embora pagos para pesquisa).

Uma boa qualidade da casca da vinha da Unha de Gato natural com princípios ativos presentes naturalmente é a mais valorizada em termos monetários. Ela contém todos os princípios ativos naturais em uma quantidade média apropriada (incluindo alcalóides imuno-estimulantes , antiinflamatórios esteroidais e glicosídeos antioxidantes) sem adulteração laboratorial.

Estas técnicas invasivas podem extrair somente um tipo específico de princípio ativo, ou alterar a média de princípios ativos que ocorrem naturalmente nos sistemas vegetais complexos-que ignora a eficiência indígena honrada pelo tempo e a sinergia da planta.

Como a demanda do mercado com relação à esta planta da floresta tropical aumentou nos últimos cinco anos , mais empresas se envolveram em negócios para sua obtenção e portanto, a qualidade dos materiais processados vindos da América do Sul pode ser questionável, algumas vezes. Freqüentemente, uma combinação de U. tomentosa e U.guianensis é obtida e vendida como “Unha de Gato” (pois hoje em dia a espécie guianensis é mais facilmente encontrada). Com uma boa qualidade , um fabricante e rótulo confiáveis obtêm os melhores resultados e os melhores preços.

Princípios Ativos (continuação)
Uncarina F, rincofilina), aloisopteropodina, alopteropodina, angustina, campesterol, carboxistrictosidina, catecol, D-catechina, DL-catecol, ácido catecutânico, beta-sitosterol, corinanteína, corinoxeína, dihidrocorinanteína, óxido-n-dihidrocorinanteína, dihidrogambirtanino, ácido elágico, L-epicatecol, epicatechina, estigmasterol, ácido gálico, hanadamina, hirsutina, hirsuteína, óxido-n-hirsutina, hiperina, 3-iso-19-epi-ajmalicina, isocorinozeína, isorrincofilina, óxido-n-isorrinchofilina, isorotundifolina, ácido cetouncárico, 11-metoxiohimbina, ácido oleanólico, ourouparina, oxogambirtanino, ácido quinóvico, rotundifolina, uncarina, ácido ursólico.

Dosagem indicada - medicações tradicionais
Para benefícios imunológicos e para saúde em geral, na prática recomenda-se de 500 mg a 1 g diariamente do pó da vinha em comprimidos ou cápsulas, como preventivo uso por 3 meses e curativa 6 meses ou a critério medico, BIESKI, 2005.

Doses terapêuticas da Unha de Gato são reportadas com doses máximas de 10 g ao dia. Geralmente como auxílio para artrite, intestino e problemas digestivos, recomenda-se de 3-5 g diariamente se um bom produto é obtido.

Como alternativa, uma decocção padrão da casca da vinha pode ser utilizada de forma semelhante à utilizada pelos indígenas da Amazônia. A dosagem padrão utilizada para a manutenção da saúde e problemas em geral é de 1/2-1 copo da decocção uma vez ao dia, até no máximo um copo três vezes ao dia de acordo com necessidades específicas.

A adição de suco de limão ou vinagre a decocção durante a fervura ajudaria a extrair mais alcalóides e menos taninos da casca. Utilize por volta de 1/2 colher de suco de limão ou vinagre por copo de água. Para padronização e/ou extração dos produtos, seguir as instruções no rótulo.

Contra-indicações
A Unha de Gato tem sido documentada clinicamente com efeitos imuno-estimulantes e contra-indicada antes ou após transplante de qualquer órgão ou de medula óssea, ou ainda de enxerto de pele. A Unha de Gato tem sido documentada com propriedades antifertilizantes e, portanto, é contra-indicada em mulheres que pretendem engravidar (este efeito porém, ainda não tem comprovação suficiente para ser utilizada como um contraceptivo e não pode ser administrado para tal).

A Unha de Gato também tem sido documentada com princípios ativos possivelmente redutores da agregação plaquetária e “afinador” do sangue. Em primeiro lugar, verifique com seu médico se você está utilizando coumadin (varfarina)ou outro anticoagulante.

A utilização destes deve ser descontinuada de uma semana a dez dias antes de qualquer procedimento cirúrgico importante. Dois alcalóides da unha de gato têm sido documentados com propriedades hipotensivas. Pessoas com baixa pressão arterial ou em uso de medicação antihipertensiva devem verificar com seu médico antes de iniciar a utilização desta planta e se permitido, utilizar com cautela.

O melhor a fazer é a monitoração da pressão arterial com ajustes de medicação necessários individualmente dependendo da quantidade de unha de gato administrada. A Unha de Gato requer ácido estomacal suficiente para ajudar o bloqueio de taninos e alcalóides durante a digestão e auxiliar a absorção.

Evite tomar cápsulas ou comprimidos da casca concomitantemente ao uso de anti-ácidos. Evite tomar extratos líquidos com alta concentração de taninos (coloração escura) diretamente pela boca e dilua primeiro em água ou suco ácido.

Altas dosagens de unha de gato (3-4 gramas de uma só vez) tem sido reportado como a causa de algumas dores abdominais ou problemas gastrintestinais, incluindo diarréia (devido à quantidade de taninos presentes na casca da vinha). Se a diarréia for leve, o uso pode ser continuado. Descontinue o uso ou reduza a dose se a diarréia persistir por mais de 3-4 dias.

Interações Medicamentosas
Devido aos seus efeitos imuno estimulantes, a unha de gato não poderia ser utilizada com medicações com a intenção de suprimir o sistema imunológico, como a ciclosporina ou outras medicações prescritas após transplante de órgãos. (Esta teoria ainda não foi comprovada cientificamente.)

Baseado em estudos com ratos in vivo, a unha de gato pode proteger contra danificações gastrintestinais associadas à administração de drogas antiinflamatórias não esteroidais (NSAIDs) como o ibuprofeno. Podem potencializar o coumadin (varfarina), drogas anticoagulantes e antihipertensivas.

Ervas

IPÊ-ROXO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Tabebuia avellaneade Lors et Gris Família Bignoneaceas Sinonímia popular Pau d´arco, ipê, ipê-uva, piuva Parte usada Entrecasca (líber) ou o lenho (cerne) Propriedades terapêuticas Anti-inflamatória, cicatrizante, analgésica, sedativa, tônica, anti-microbiana Princípios ativos Lapachol, blapachona Indicações terapêuticas Úlceras varicosas, hemorróidas, reumatismo, artrite, doenças da pele, eczema, gastrites, inflamação intestival, inflamação do aparelho genital feminino, cistite, bronquite, anemia, diabetes Informações complementares O ipê-roxo, pau d´arco, ipê, ipê-uva ou piuva é uma árvore de porte avantajado, muito difundida na América, e pertence à família das Bignoneaceas.

ORA-PRO-NOBIS (2) by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Pereskia grandifolia Haworth Família CACTACEAE Sinonímia popular Jumbeba, rosa-madeira, groselha-da-américa, groselha-dos-barbados, groselheira-das-antilhas.

PORANGABA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Cordia salicifolia Cham.

CAJU by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Anacardium occidentale L.

JOJOBA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Simmondsia chinensis (Link) C.

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TOMILHO

Wednesday, November 01st, 2006 | Author: Ervas Medicinais

Nome científico Thymus vulgaris L.

Família Lamiáceas (Labiadas)
Sinonímia popular Tomilho, serpão, serpil, serpilho, serpol, timo
Parte usada Capítulos florais (sumidades floridas) e folhas, utilizados frescos ou secos ao sol.
Propriedades terapêuticas Carminativa, antiespasmódica, antitussígena, expectorante, bactericida, anti-helmíntica e adstringente
Princípios ativos Óleos voláteis - líquido incolor que gradualmente fica vermelho, tem cheiro medicinal e sabor ácido (principalmente timol e carvacrol), flavonóides, ácido cafeico, ácido oleanólico, ácido ursólico, resinas, saponinas e taninos.
Indicações terapêuticas Desobstrução das vias aéreas, tosses, asma, laringite, amigdalite (como gargarejo); fortalecer as raízes dos cabelos, diminuindo a queda; banho estimulante; dispepsia (má digestão); auxilia a eliminação de gases intestinais.
Informações complementares

Origem
Costas européias do Mediterrâneo.

Nomes em outros idiomas
Thyme (inglês)
Thym, serpolet (francês)
Tomillo, tomillo de jardín, tremoncillo, carrasquilla (espanhol)
Timo, timo maggiore (italiano)
Echter thymian (alemão)
Outras espécies
Thymus x citriodorus (com rico aroma cítrico e flores cor-de-rosa)
Thymus herba-barona (folhas verde-escuras)
Thymus serpillum
Características gerais
Arbusto perene, que atinge até 30 cm de altura, sempre verde, de caule tortuoso, lenhoso rasteiro, do qual partem os numerosos ramos eretos compactos, formando touceiras.

As folhas são opostas, pequenas, sésseis (sem pecíolo) ou com pecíolo curtos, lineares, lanceolados, oblongos ou ovais, com bordos enrolados para baixo, verdes na face superior e verde-acinzentadas na inferior.

As flores são pequenas, rosadas ou brancas. A planta toda possui um odor aromático e sabor picante, amargo (Panizza, 1999).

Propaga-se por divisão de touceiras, por estacas e por sementes. Quando propagada por sementes, resulta em plantas mais ricas e aromáticas. Desenvolve-se bem em regiões de altitude média. Não floresce no Brasil e nem em regiões tropicais.

Confusões
Muitas vezes confundida com o orégano, devido à semelhança das folhas.

Uso medicinal - receitas populares
Contra tosse
Em 1 xícara de chá, coloque 1 colher de sopa de flores e folhas, adicione água fervente, abafe por 10 minutos e coe. Adoce com mel ou açúcar mascavo. Tome 1 xícara de chá morno 3 vezes ao dia.

Contra queda dos cabelos
Em 1 copo de água fervente, coloque 2 colheres de sopa de folhas e flores. Deixe esfriar. Após a lavagem dos cabelos, massageie o couro cabeludo com o chá e deixe agir por 15 minutos. Repita 1 vez por semana.

Em casos de bronquite
Em 100 ml de água fervente, colocar 3 gramas de tomilho, repousar por 18 minutos, adoçar com mel. Tomar 3 xícaras ao dia (Gonsalves, 2002)

Uso culinário

Ramos frescos para aromatizar carnes, peixes, verduras, legumes, queijos e pizzas. Utilizado como aromatizante de carnes e embutidos, pois ajuda a preservar a carne do desenvolvimento de fungos (Negraes, 2003).

Um dos ingredientes do bouquet garni e também das ervas da Província (herbes de Provence).

Usado para rechear pepinos, tomates, pimentões e berinjelas. Pode ser adicionado a vinagres ou azeites.

Um pouco de história
O nome Thymus vem do grego e significa força ou coragem. Considerado remédio dos fracos e desanimados, estímulo dos guerreiros e antidepressivo dos romanos (utilizado em banhos aromáticos). Foi plantado nos Jardins de Carlos Magno.

Para os gregos, o tomilho teria brotado das lágrimas de Helena de Tróia. Suas folhas eram queimadas como incenso, por ser a planta sinônimo de força, felicidade, coragem e altivez.

Os egípcios e os etruscos costumavam embalsamar seus mortos com esta e outras ervas.

No século XVII, fazia-se uma sopa com tomilho e cerveja para “curar a timidez”.

Contra-indicações
O óleo é tóxico, não devendo ser ingerido. Só deve ser usado externamente - uso tópico - diluído em óleo-base (carreador).

Não há relatos de problemas causados durante a gestação ou lactação, desde que usado em doses moderadas. Tem reputação de afetar o ciclo menstrual, não devendo, portanto, ser ingerido em doses altas (Newall, 2002).

Considerado seguro para utilização culinária.

Ervas

ANIS by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Pimpinela anisum L.

ORA-PRO-NOBIS by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Pereskia aculeata Mill Família Cactácea Parte usada Folhas Princípios ativos Proteínas, vitaminas A, B e C, cálcio, fósforo, ferro.

QUILÁIA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Quillaya saponaria Molina.

SAIÃO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Kalanchoe brasiliensis Cambess Família Crassulaceae Propriedades terapêuticas Antimicrobiana, hipotensor, antiinflamatório Indicações terapêuticas Infecção pulmonar, erisipela, queimaduras, feridas, úlceras de pele, verrugas Informações complementares Empregado principalmente nas infecções pulmonares e genituinárias.

ERVA-CIDREIRA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Melissa officinalis L.

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TOMATE

Wednesday, November 01st, 2006 | Author: Ervas Medicinais

Nome científico Lycopersicum esculentum (L.) H. Karst.
Família Solanáceas
Sinonímia popular Tomate, tomateiro
Sinonímia científica Solanum lycopersicon L.
Parte usada Folha e fruto
Propriedades terapêuticas Diurético, laxativo, elimina o ácido úrico, antioxidante, antiinflamatório, antifúngica, inibidora da absorção do colesterol.
Princípios ativos Água, açúcares, ácidos orgânicos, pectinas, potássio, fósforo, vitaminas, pigmentos sais minerais; saponinas; tomatina, tomatidina, solanina, ácido clorogênico, furocumarina.
Indicações terapêuticas Cicatrizante em queimaduras, gargarejos, aftas e sapinhos, tratamento de Candida albicans, auxiliar no tratamento de hiperplasia benigna de próstata, auxiliar no tratamento para redução de colesterol.
Informações complementares

Nomes em outros idiomas
Tomato (inglês)
Pomerolo, pomodoro (italiano)
Pomme d´amour (francês)
Gur-bagem; Takkal

Origem
América do Sul - região andina. Foi levado para a Europa e América do Norte.

Características gerais
Planta anual, ereta, com ramos herbáceos, muito ramificada. Flores amarelas, dispostas em cachos. Fruto comestível em diversos formatos, geralmente globoso, de casca fina e vermelha, com muitas pequenas sementes.

Outras espécies
Solanum muricatum (tomate-francês);
Lycopersicon pipinellifolium Mill.

Princípios ativos
Frutos maduros: água, açúcares (sacarose, frutose, glicose); ácidos orgânicos (málico, cítrico, tartárico, oxálico e succínico); pectinas; potássio; fósforo; vitaminas (A, B1 - tiamina, B2 - riboflavina, B5 - niacina, C - ácido ascórbico); pigmentos (licopeno - que dá a cor vermelha ao fruto - e xantofilas).

Folhas: rutina; sais minerais; saponinas; tomatina, tomatidina, solanina. Contém ainda ácido clorogênico e furocumarina.

Uso medicinal - receitas populares
Queimaduras
O decoto das folhas aliviam queimaduras e aceleram o processo de cicatrização.

Artrite
O suco de tomate, com um pouco de salsa, auxilia no tratamento de artrite (Balbach).

Hiperplasia de próstata
Usar diariamente na alimentação, ou em forma de suco: uma xícara por dia, durante vários meses (Matos, 2002). Já existem medicamentos fitoterápicos à base de licopeno, podendo ser utilizados, com segurança, no lugar do fruto ou do suco.

Candidíase bucal (sapinhos)
Usa-se o bochecho do sumo recém-preparado por trituração do fruto e passado na peneira (Matos, 2002).

Artritismo, reumatismo
Tomar diariamente 100 a 200ml de suco de tomate fresco todos os dias.

Para reduzir ácido úrico
Tomar diariamente 200 a 250ml de suco de tomates frescos e maduros.

Uso culinário
Usos alimentares Em molhos, saladas, sucos.

Contra-indicações
Internamente, o fruto do tomate verde não deve ser usado, devido à presença de um glicoalcalóide esteroidal, a solanina. Pessoas sensíveis ao ácido oxálico também não devem ingerir tomate (Panizza, 1997).

Enquanto se estiver ingerindo quantidades grandes de tomate (fruto), deve-se evitar a exposição, demorada, ao sol, devido à ação fotossensibilizante das furocumarinas presentes no tomate (Lorenzi, 2002).

As folhas não devem ser usadas internamente, apresentando fortes efeitos como: diarréia, cólicas, vômitos.

As folhas também são utilizadas popularmente como abortivas.

Outras variedades

Tomate pêra: pequeno, piriforme e vermelho; em São Paulo é utilizado pelas indústrias;
Tomate Santa Cruz: tem um inconfundível “umbigo” e é resistente a pragas;
Tomate rei Humberto: pequeno, retangular, vermelho-escuro, de sabor brando;
Tomate Ficarazzi: grande, achatado, pode pesar até 700 gramas;
Tomate Marglobe: globular, liso, carnoso; tamanho variando de médio a grande;
Tomate Ponderosa: muito grande, desigual, amarelo, pouco conhecido no Brasil.

Ervas

BOLDO-BAIANO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Vernonia condensata Baker Família Compostas Sinonímia popular Alcachofra, boldo-chinês, boldo-japonês Sinonímia científica Vernonia bahiensis Toledo Parte usada Folhas Propriedades terapêuticas Analgésico, sedativo, aperiente, colagogo, tônico, hepatoprotetor Princípios ativos Saponinas, glicosídeo cardiotônico (vernonina), substâncias amargas (lactonas sesquiterpênicas), óleo essencial, flavonóides Indicações terapêuticas Distúrbios de estômago e fígado, gases intestinais, colesterol alto, diarréia alimentar, insuficiência hepática, inapetência, inflamação da vesícula, colecistite Informações complementares Outro sinônimo científico Vernonia sylvestris Glaz.

FOLHA-DA-FORTUNA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Bryophylum pinnatum (Lam.

SETE-SANGRIAS by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Cuphea balsamona Cham.

CAVALINHA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Equisetum arvense L.

ERVA-CIDREIRA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Melissa officinalis L.

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