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Erva Doce

Wednesday, September 02nd, 2009 | Author:

O funcho, também conhecido por anis-doce, erva-doce, maratro ou finóquio, ou fiuncho, é o nome vernáculo dado à espécie herbácea Foeniculum vulgare Mill. (sinónimo taxonómico de Anethum foeniculum L. e de Foeniculum officinale L.) uma umbelífera fortemente aromática comestível utilizada em culinária, em perfumaria e como aromatizante no fabrico de bebidas espirituosas e planta medicinal. O funcho é nativo da bacia do Mediterrâneo, com variedades na Macaronésia e no Médio Oriente, onde ocorre no estado silvestre, mas é hoje cultivado, sob diversas formas varietais, em todas as regiões temperadas e subtropicais.

funcho

Descrição

O funcho é uma planta herbácea perene, de caules erectos múltiplos, com até dois metros de altura (mas em geral com menos de 80 centímetros), de cor verde intenso, por vezes glauco, tornando-se azulada quando em locais expostos à secura e a intensa radiação solar.

As folhas são longas (até 40 cm) e delgadas, finamente dissecadas, terminando em segmentos filiformes a aciculares (com cerca de 0,5 mm de diâmetro), muito flexíveis, mas que, quando expostos à secura, endurecem exteriormente para evitar a perda de água.

Produz inflorescências terminais compostas, umbeliformes, com 5 a 15 cm de diâmetro, contendo 20 a 50 flores pediceladas inseridas num único ponto do ápice da inflorescência, sobre pedúnculos curtos. As flores são minúsculas têm de 2 a 5 mm de diâmetro, amarelo a amarelo-esverdeadas.

O fruto é uma semente seca, fortemente aromática, ovóide, de 4 a 9 mm de comprimento e 2 a 4 mm de largura, achatada e com entalhes longitudinais simétricos em ambos os lados.

A raiz é rizomatosa, esbranquiçada e muito suculenta, armazenado grande quantidade de água.

O cheiro e sabor característicos (em geral designados por “anis” ou “erva-doce”) resultam da presença de anetol, um composto fortemente aromatizante.

Espécies associadas

A maioria dos botânicos tende a considerar o Foeniculum vulgare como a única espécie legítima do género, considerando as outras espécies descritas como meras formas. Assim, apesar das grandes diferenças morfológicas, de teor em óleos essenciais e de sabor e cheiro, as espécies antes descritas neste género parecem ser meras subespécies ou variedades de F. vulgare.

Dadas a presenças de óleos essenciais, a planta é muito resistente ao ataque de insectos herbívoros, sendo contudo hospedeira de alguns lepidópteros especificamente adaptados às suas características bioquímicas, incluindo formas larvais da Amphipyra tragopoginis e da Papilio zelicaon (que apenas se alimentam de umbelíferas.

Dado o seu cheiro a anis, a planta é por vezes confundida com a Pimpinella anisum (o anis), uma espécie aparentada, mas muito diferente.

Cultura e utilização

É frequentemente utilizada em pequenas quantidades na cozinha mediterrânica como planta aromatizante, particularmente os das variedades menos ricas em óleos essenciais, serem consumidos em fresco como parte de saladas.

Pode também ser incorporado em sopas, em particular sopas destinadas a serem consumidas frias. Um dos pratos típicos dos Açores é uma sopa de feijão e inhame com folhas e caules tenros de funcho.

É frequente o seu uso como aromatizante em molhos, conservas de vegetais, curtumes e outros preparados semelhantes. Usada em baixas concentrações dá um aroma e sabor discretos, semelhante ao mentolado, mas bastante mais suave e doce.

As sementes secas são utilizadas em chás e tisanas e como aromatizante em licores e bebidas alcoólicas destiladas (como a aquavit).

Na Índia e China as sementes moídas são utilizadas para a produção de condimentos e especiarias, recebendo a designação de saunf ou moti saunf.

As suas raízes são consideradas como tendo propriedades diuréticas, sendo por esta razão comercializadas pelas ervanárias. O chá de semente de funcho é utilizado para reduzir os gases intestinais, incluindo na primeira infância e em crianças lactentes.

O anetol, o composto que lhe dá o cheiro e sabor característicos, é considerado estimulante das funções digestivas e carminativo, podendo ter propriedades coleríticas.

Em concentrações elevadas os óleos essenciais do funcho apresentam actividade insecticida, apresentando actividade neurotóxica. Este óleo faz parte da farmacopeia europeia.

Em perfumaria os óleos essenciais do funcho são utilizados para perfumar pastas dentífricas, champôs e sabonetes.

Variedades e cultivares

Pelas suas características aromáticas e pelos usos medicinais do anetol, o funcho tem sido utilizado desde a antiguidade, sendo já cultivado no Antigo Egipto.

Na Grécia Antiga era designado por ??????? (marathon), estando na origem do nome Maratona (que afinal, em português seria Funchal), o local da mítica batalha de Maratona travada em 490 a.C. entre gregos e persas. A mitologia grega diz que Prometeu usou um talo de funcho para roubar fogo dos deuses.

Existem múltiplas variedades cultivadas, a maior parte das quais seleccionadas pela doçura e baixa concentração de anetol, o que permite o consumo em saladas.

Outros cultivares são seleccionados para a obtenção de grandes concentrações de óleos essenciais, sendo utilizados para perfumaria e para a produção de condimentos.

Uma variedade de funcho, originária da Macaronésia e designada por F. vulgare azoricum (Mill.) Thell., caracterizada por caules mais suculentos e doces e menor concentração de óleos essenciais, o que os torna facilmente comestível em fresco, é hoje comercializada com a designação varietal de Florence. Esta forma da planta é espontânea nos Açores e na Madeira. A sua abundância está na origem do nome da cidade do Funchal, a actual capital madeirense.

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Comida Viva – beneficios da comida viva

Tuesday, August 18th, 2009 | Author:

A comida viva, ou crudivorismo é um tipo de dieta vegetariana estrita, ou seja, o indivíduo não consome nada de origem animal, e além disso, seus alimentos não são cozidos.

Nessa dieta, nada pode ser preparado ao fogo, por acreditarem que este tipo de preparação causa perda de nutrientes. Não quer dizer, necessariamente, que se comam apenas alimentos crus. Existem processos de preparação que não causam perda de nutrientes, como a desidratação dos alimentos.

A alimentação crudívora, também chamada de “alimentação viva” ou “comida viva”, é uma forma de alimentação baseada em alimentos crus, frutos frescos e secos (hidratados), vegetais, sementes, grãos germinados como o germe de trigo e algas, ricos em enzimas e nutrientes. Os quais têm toda a vitalidade nutricional necessária para uma vida saudável.

Os alimentos crus são ricos em enzimas. As enzimas são os incansáveis trabalhadores que levam os nutrientes às nossas células. Podemos dizer que a alimentação crua é uma alimentação enzimática. Ao cozermos os alimentos (a partir de +- 40ºC) destruímos as enzimas. Se comermos alimentos crus evitamos a destruição das enzimas que a comida contém facilitando assim a digestão e evitando gastar as nossas próprias reservas. Segundo o Dr. Edward Howell (um dos principais e o primeiro pesquisador das enzimas), a falta de enzimas na comida cozida é ainda uma das maiores razões do envelhecimento e morte precoce. É ainda a causa subjacente da maior parte das doenças.

Se o nosso corpo está ocupado com a digestão de alimentos cozidos e a produção de enzimas para a saliva, suco gástrico, suco pancreático e sucos intestinais, então terá que diminuir a produção de enzimas para outros propósitos. Quando isto acontece, então como pode o corpo produzir enzimas para o trabalho do cérebro, coração, rins, músculos e os outros órgãos e tecidos?

Esta falta de enzimas ocorre na maioria da população mundial dos países civilizados que se alimenta de comida cozida. Inclusive os animais domésticos alimentados cada vez mais de forma artificial e com alimentos cozidos sofrem das mesmas doenças que nos atacam.

Ervas

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Faculdade ensina população a usar ervas para combater de piolho a câncer

Tuesday, June 30th, 2009 | Author:

Uma faculdade do Distrito Federal ensina a população a usar plantas medicinais com o objetivo de resgatar uma tradição que pode reduzir filas em hospitais e postos de saúde. Pelo menos, é o que o Sistema Único de Saúde tenta há dois anos.

Em 2007, o SUS adotou o uso de fitoterápicos. No mesmo ano, o projeto da faculdade saiu do papel.

“Como farmacêutico, eu faço esse papel de traduzir o conhecimento tradicional e o científico numa linguagem em que as pessoas possam entender e possam se sentir beneficiadas por esse conhecimento”, afirma o coordenador do projeto, Nilton Luz.

De piolho a câncer

Os alunos aprendem a usar ervas para combater de piolho a câncer. O trabalho científico derruba mitos. Suco de maracujá, por exemplo, não é calmante. O que acalma é o chá das folhas. Mas cuidado: não é porque um remédio é natural que não existem contra-indicações.

Nem sempre é possível misturar as plantas com medicamentos comuns. Gincobiloba com comprimido de AAS, por exemplo, pode provocar hemorragias. Erva de São Jorge, a verdadeira – que funciona como um antidepressivo natural – pode diminuir o efeito de remédios para hipertensão e até de anticoncepcionais.

Foi no curso, e não na faculdade, que Eliete Moura aprendeu isso. “Tenho o dever de esclarecer para a população que eles têm efeitos colaterais, sim”, ressalta. Uma dica importante é não usar mais de três ervas ao mesmo tempo, pois o risco de intoxicação é maior. As receitas são as mais variadas. No entanto, os pesquisadores alertam: crianças menores de três anos não devem tomar nenhum chá.
Esse conhecimento é dividido uma vez por mês. O que a funcionária pública Magnólia de Oliveira aprende no projeto, ela repassa a quem mais precisa. “Quando você vê que a dificuldade financeira das pessoas é muito grande, se sente muito bem levando esse conhecimento, essa oportunidade de a pessoa adquirir um medicamento que vai funcionar com o custo praticamente zero”, diz.

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Como fazer chá de sucupira

Sunday, May 31st, 2009 | Author:

Ingredientes:

- 12 sementes de sucupira quebradas (para liberar o óleo
aromático)
- 3 litros de água

Modo de Preparo
1- Numa panela em fogo médio ferva 3 litros de água

2- Assim que ferver jogue 12 sementes de sucupira quebradas. A
fervura vai abaixar. Assim que voltar a ferver conte 1 minuto e
meio e desligue o fogo. Tampe a panela e espere esfriar. Retire
as sementes e até 1,5 litro por dia.

Este chá é recomendável para tratamento de doenças ósseas,
artrite, artrose, reumatismo, úlceras, dermatoses, reumatismo
agudo, antidiabético.

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Salsa pode combater as doenças do coração

Sunday, March 01st, 2009 | Author:

É notícia boa. E vem das universidades brasileiras: sabores variados e saúde em dia têm tudo a ver. Os pesquisadores não precisaram ir longe para encontrar as primeiras pistas.

“Salsa batidinha por cima do salpicão, do arroz de forno. Eu uso salsa para tudo, porque ela também faz bem para o coração”, diz a aposentada Dirce Corrêa.

No Mercadão de Madureira, na Zona Norte do Rio, o conhecimento é passado de geração em geração. Dona Dirce, dona Olinda, dona Célia, dona Fátima: vidas inteiras dedicadas às ervas brasileiras.

“A salsa serve para tempero e serve para os rins. O chá é um santo remédio para expelir pedras dos rins”, afirma a feirante Fátima Barros.

Que a salsa era boa para os rins, a ciência já sabia. Mas uma pesquisa com moradores do estado do Rio surpreendeu os especialistas do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O farmacêutico Douglas Chaves descobriu o que estava na boca do povo: a salsa, além de diurética, afina o sangue.

“Nós observamos que a população utiliza essa espécie para fins medicinais e, principalmente, para o afinamento do sangue”, conta o farmacêutico.

Será? O jeito foi pesquisar. “Fazemos um processo de extração das substâncias da salsinha através do cozimento da planta realizado sob um aquecimento”, explica o farmacêutico Douglas Chaves.

A pesquisa trouxe uma descoberta sensacional: o tempero mais comum da mesa brasileira pode combater um dos males mais comuns da Humanidade: as doenças cardiovasculares, que atingem hoje 30% da população em todo o mundo.

Os pesquisadores ainda procuram algumas respostas. Qual é a quantidade necessária de salsa para prevenir as doenças circulatórias na população em geral e qual é a dosagem que pode funcionar como remédio para os pacientes com trombose? Na busca das repostas, eles já chegaram a algumas conclusões animadoras.

Componentes químicos da salsa agem na circulação. Eles impedem a formação de trombos, coágulos que podem entupir os vasos e causar derrames.

Flávia faz uma demonstração. Uma amostra de plasma que não teve contato com a salsa fica gelatinosa depois da coagulação. Enquanto isso, o plasma sanguíneo que teve contato com a salsa permanece líquido por um longo tempo. Isso mostra que a salsa inibe a formação dos coágulos. A salsa só deve ser evitada pelas mulheres grávidas, pois pode provocar sangramentos.

“No fundo, nossas avós estavam certas. Estamos mostrando que, realmente, a salsa ‘afina’ o sangue, serve para melhorar a circulação e prevenir a formação de trombos”, diz a bioquímica Russolina Zingali.

Com as novas descobertas, a salsinha, que todos conhecemos tão bem, pode virar um grande remédio.

“Uma pílula de salsa”, adianta Russolina Zingali.

Eles são muito fáceis de achar, estão em todas as feiras, em qualquer mercado. Afinal, não dá para cozinhar sem os temperos. E o melhor: são baratos. Mas nem sempre foi assim. As especiarias já foram muito cobiçadas. E, acredite, elas tiveram o peso cotado em ouro. Era o tempo dos descobrimentos, e os temperos serviam para conservar os alimentos. Hoje, mais do que nunca, a ciência confirma o imenso valor das especiarias.

E na raiz de todas essas descobertas está a sabedoria popular.

A feirante Olinda Ribeiro Costa é uma apaixonada por temperos. Na feira, ela contou que tem em casa um cantinho com tudo de que precisa.

“Fica no terraço. É um pedacinho que eu adoro”, diz.

No alto, protegido do sol pela caixa d’água, está o cantinho de saúde de dona Olinda. Tem um pouco de tudo.

“É muito bom chegar e pegar um galhinho”, diz dona Olinda.

E, como sempre, as dicas do uso dos temperos para a saúde vão surgindo.

“O alecrim é bom para resfriado porque é expectorante”, explica dona Olinda.

Alecrim contra gripe? E não é que dona Olinda tem toda a razão? A comprovação é feita por uma das melhores universidades do país, a Universidade de São Paulo (USP). A Faculdade de Ciências Farmacêuticas estuda os temperos há mais de 20 anos. E uma das conclusões mais recentes é que o alecrim combate o vírus da gripe. O trabalho foi feito em conjunto com o Instituto Butantã.

“Nós estudamos o vírus da gripe, que é o influenza, e observamos que os extratos do alecrim diminuem a replicação viral”, conta o cientista em alimentos da USP Jorge Mancini Filho.

Tudo na cozinha de dona Olinda leva um pouco de verde. No frango, vai sálvia, alfavaca e alecrim. Mas os poderes dessa planta tão cheirosa não param aí. Em testes com animais, a nutricionista da USP Ana Mara Silva descobriu outras qualidades do alecrim: um remédio poderoso contra as complicações de saúde dos diabéticos. more…

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Uma folha que pode virar sal

Monday, February 09th, 2009 | Author:

Uma nova pesquisa pode mudar os hábitos alimentares e a saúde do brasileiro: a planta que pode substituir o sal de cozinha. A descoberta pode ser a solução para quem tem pressão alta.

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As vitaminas

Sunday, April 27th, 2008 | Author:

As vitaminas têm a função de fortalecer os vasos sangüíneos, aumentar o tônus muscular e lubrificar as articulações.
O pigmento verde digere e elimina as impurezas do sangue, eliminando os catabólicos.
Os alimentos vegetais fornecem as enzimas que são de importância vital na neutralização dos radicais livres.
Eles são produzidos por meio de processos metabólicos naturais e estão presentes na alimentação rica em gorduras, na poluição ambiental, nos produtos químicos e na radiação atmosférica.
Gs radicais livres são benéficos ao organismo, pois combatem os microorganismos agressivos. Porém, quando em excesso, tornam-se patológicos a várias doenças, razão pela qual é necessário uma alimentação rica em vegetais.
Os vegetais – são importantes para manter a saúde e o equilíbrio do nosso corpo.
É por meio da clorofila existente em suas folhas verdes que eles facilitam a formação da hemoglobina. As folhas verdes dos vegetais são uma fonte inesgotável de vitaminas e sais minerais.
As sementes – têm a capacidade de conservar a essência da planta.
Além dos óleos e das proteínas, contam com uma grande quantidade de vitaminas e sais minerais. As frutas – são ricas em nutrientes, água e açúcar. A água das frutas é rapidamente assimilada pelo organismo, ajudando em suas funções.

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Ervas Medicinais

Sunday, April 27th, 2008 | Author:

Jamais abandone o tratamento indicado peio seu médico.

-Não utilize recipientes de metal para preparar e conservar as ervas, pois podem causar alterações no efeito e no sabor dos chás. Prefira recipientes plásticos, vidros, barro ou louça.

• Não utilize plantas recolhidas nas ruas. Lave muito bem as folhas, frutos e flores que ainda estão verdes, para evitar qualquer.
• Para secar flores ou folhas, deixe-os expostos ao tempo, mas em um lugar sem o contato direto do sol e, de preferência, bastante seco.
• Todas as vezes que for utilizar-se de qualquer erva ou planta medicinal, verifique com uma pessoa competente se a planta adquirida é de fato a que você vai precisar. Nomes comuns, parecidos, podem causar confusão e, como conseqüência, a utilização do vegetal errado. Para evitar tais erros e conseqüentes efeitos colaterais, verifique o nome científico da planta e confirme se ela é a que deve ser empregada em seu caso. Jamais utilize receitas caseiras sem antes procurar a orientação de um médico ou fitoterapeuta.
• Cultive ervas na sua casa.
• Não utilize continuamente o mesmo chá por mais de 30 dias, pois o organismo tende a responder cada vez menos..

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Sobre Ervas Medicinais

Sunday, April 27th, 2008 | Author:

Como usar o princípio ativo das plantas

O tratamento feito com as plantas medicinais pode ser realizado de diversas formas.
Entre elas, o consumo mais tradicional é realizado por meio de chás, que, por sua vez, são preparados de maneiras diferenciadas e de acordo com a sua necessidade.
Para folhas e flores, utiliza-se o processo de infusão. Já para as partes mais ‘duras’ da erva, como raízes e cascas, deve-se utilizar a decocção.
Não são regras específicas a serem seguidas, pois algumas composições são formadas por folhas, raízes e sementes. O correto é utilizar a solução orientada pelo fitoterapeuta, pois o consumo, das ervas é variado entre chás, cremes etc.

Chá Tradicional: a erva é jogada na água fervente e deixada por cerca de meio minuto a ferver em recipiente tampado. Deixá-lo tampado por alguns minutos.

Infusão: a água fervente é despejada sobre as plantas, e o recipiente tampado durante 10 a 15 minutos. Ideal para flores e folhas. Podem ser utilizados: água, vinho, vinagre ou álcool.

Decocção: a planta é levada ao fogo brando entre 3 e 30 minutos. Desligue o fogo, deixe descansar por alguns minutos, coe e tome em seguida. Esta forma é mais apropriada para raízes, cascas e sementes, porém essas devem ser cortadas em pequenos pedaços ou esmagadas antes de serem utilizadas.

Maceração: a planta fica de molho em água fria. O período é de 12 a 18 horas para as partes tenras da planta e de 18 a 24 horas para as partes mais duras. Aqueça tudo e, em seguida, coe e tome o chá. Neste caso, as vitaminas e sais minerais não são alterados pela fervura.

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Cha Ervas: Suco Verde desintoxicante

Friday, April 25th, 2008 | Author:

Nutritivos, os sucos são sempre bem-vindos em qualquer estação do ano ou lugar. Alegres e coloridos, animam e, principalmente, ajudam a desintoxicar qualquer organismo, prevenindo doenças e auxiliando no tratamento de outras.
Fáceis de fazer, os sucos verdes vêm ganhando espaço nos últimos anos, como uma maneira alternativa e saborosa de inserir mais vegetais à dieta diária, aumentando indiretamente a ingestão de sais minerais e vitaminas. Ricos em minerais e em bioflavanóides (substâncias antioxidantes, que combatem o envelhecimento), eles têm ação anti-stress e previnem doenças. Experimente a receita abaixo. É uma delícia!

Suco desintoxicante de ervas

Ingredientes:
2 talos de salsão
1/3 de maço de salsinha
1 copo de água ou suco de laranja

Modo de fazer:
1) Bata os ingredientes no liqüidificador.
2) Se preferir, adoce com uma colher de sobremesa de mel.

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