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COPAÍBA

Monday, January 23rd, 2012 | Author:

Nome científico Copaifera officinalis (Jacq.) L.
Sinonímia científica Copaifera reticulada Ducke
Propriedades terapêuticas Antinflamatório, cicatrizante. herpes.
Indicações terapêuticas O oléo é antinflamatório e cicatrizante de feridas, principalmente das vias urinárias e pulmonares. Tem ação contra o bacilo de tétano e contra a herpes.

Informações complementares

Nome Científico: Copaifera reticulada Ducke. O oléo é antinflamatório e cicatrizante de feridas, principalmente das vias urinárias e pulmonares. Tem ação contra o bacilo de tétano e contra a herpes. C. reticulata dunke é uma das espécies de copaíba; C. é abreviatura do gênero Copaifera, cujo óleo é muito empregado em Fitoterapia. A nossa espécie mais comum é a Copaifera officinalis, que ocorre na Amazônia. Cuidado para não confundir, na bilbiografia outras espécies com o nome de C. reticulata como, por exemplo Citrus reticulata (uma tangerina).

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HISSOPO

Monday, December 26th, 2011 | Author:

Nome científico Hissopus officinalis

Ervas

  • nomes ervas

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SACACA

Saturday, December 24th, 2011 | Author:

Nome científico Croton cajuçara Benth.
Família Euforbiacea
Parte usada Folha
Indicações terapêuticas Distúrbios hepáticos, baixar colesterol, diabete.
Informações complementares

O chá das folhas ou da casca serve para distúrbios hepáticos e renais e baixa o colesterol. O chá das folhas é também usado no combate à diabete.

Ervas

  • sacaca

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SEGURELHA

Wednesday, December 21st, 2011 | Author:

Nome científico Satureja montana L.
Família Lamiáceas (Labiadas)
Sinonímia popular Alfavaca-do-campo
Parte usada Sumidades floridas ou as folhas
Propriedades terapêuticas Estomáquica, carminativa, expectorante, antiespasmódica, antisséptica, tônica, aperiente, antidiarreica.
Princípios ativos Óleo volátil (essencial) – carvacrol, cineol, cimeno, terpenos, timol, nitrofenol; taninos 4 a 8,5 %
Indicações terapêuticas Auxiliar no processo da digestão, tratamentos broncopulmonares, asma, bronquite, eliminação de gases, picada de marimbondo, diarrréia.
Informações complementares

Nomes em outros idiomas

Savory, Summer savory (inglês);
Bohnekraut (erva-feijão, pois é um excelente flavorizante para feijão), pfeffertrant (alemão);
ajedrea de jardín (espanhol);
sarriete des jardins (francês);
santorregia (italiano)

Outras espécies

Satureja hortensis L.
Satureja repandra

Origem
Europa meridional, crescendo espontaneamente em lugares elevados de colinas.

Características gerais
Planta anual ou bienal – em climas de invernos frios, é anual, que atinge 10 a 40 cm de altura. Folhas pequenas, com 12 a 37 milímetros, coriáceas (com textura semelhante ao couro), brilhantes, glabras (sem pelos), estreitas, pontiagudas, de cor verde escura; flores brancas, cor-de-rosa ou lilases, que florescem durante todo o verão e são muito perfumadas.

A segurelha é uma planta que cresce em qualquer tipo de clima, menos os muito quentes ou muito frios.

Indicações terapêuticas
Auxiliar no processo de digestão. Indicada nos tratamentos broncopulmonares (fluidifica as secreções, facilitando sua eliminação pela tosse). Indicada para o tratamento de asma e bronquite. Auxilia na eliminação de gases. Auxilia as circulações locais, provocando rubefaciência (vermelhidão) no local da aplicação.

Pode ser usada externamente para aliviar os efeitos de picadas de marimbondos.

Na Europa é usada para matar a sede excessiva dos diabéticos; usada em casos de diarréia, devido à presença de taninos.

Receitas populares
Chá
25 a 30 gramas para 1 litro de água. Tomar três vezes ao dia antes ou após as refeições.

Chá para o estômago
Colocar 10 gramas de sumidades floridas para 250 ml (1 copo) de água fervente. Deixar esfriar por 15 minutos, coar e tomar três vezes ao dia.

Chá contra dores de estômago
Ferva uma colher (sopa) de galhos floridos em uma xícara de água. Tampe e deixe amornar. Tome 4 xícaras pequenas ao dia.

Uso culinário
Usada como aromatizante de alguns licores. Possui sabor aromático e picante.

Considerada um ótimo condimento, tornando legumes que contém fécula, mais digeríveis. Auxiliar, também, na digestão de carnes de caça e comida “pesadas”.

Para aproveitar melhor sua propriedade na culinária, sugere-se manter a segurelha e ramos e moê-la na hora do uso.

Combina bem quando usada com orégano, tomilho ou salsinha em pratos que levam cebola.

Um pouco de história
Planta originária da Europa já adaptada à Austrália e ao Brasil. Foi considerada um estimulante psíquico e físico, recebendo o apelido de “sátiro”.

Gregos e romanos a consideravam um bom remédio contra picadas de cobras. A S. hortensis é conhecida como segurelha-de-verão e possui sabor picante, que lembra o da pimenta.

Contra-indicações
Não foram encontradas na bibliografia consultada.

Ervas

  • Chás expectorantes
  • fitoterápico vitis vinifera varizes

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CAMOMILA

Friday, December 09th, 2011 | Author:

Nome científico Matricaria chamomilla L.
Família Asteraceae
Parte usada Flor seca
Propriedades terapêuticas Antiinflamatória, antiespasmódica, analgésica, anti-séptica, antimicrobiana, anti-helmíntica, cicatrizante.
Indicações terapêuticas Ansiedade, insônia, síndromes febris, dispepsia, flatulência, náusea, vômito, inflamação bucal e do aparelho geniturinário. Dor de origem reumática. Clareadora dos cabelos. Menstruação dolorosa.

Informações complementares

Indicada nos quadros de ansiedade e insônia, nas síndromes febris, dispepsia, flatulência, náuseas, vômito, inflamações bucais e do aparelho geniturinário. Uso externo: dores de origem reumática e como clareadora dos cabelos (utilizada pela indústria cosmética para preparo de shampoos). Tem atividade reguladora das funções gastrointestinais e ação sedativa. Constatou-se experimentalmente ações antiinflamatória, antiespasmódica, analgésica, anti-séptica, antimicrobiana, anti-helmíntica (nas parasitoses intestinais) e cicatrizante. Reações adversas são tênues e incluem distúrbios dermatológicos.
Modo de preparo
Para dores estomacais, intestinais, insônias, perturbações da menopausa, menstruação dolorosa e excessiva (Plantas que curam, Dr. Sylvio Panizza): em 1 xíc. de chá coloque 1 colher de chá de flores secas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xíc. de chá 3 vezes ao dia, podendo adicionar o suco da metade de um limão, por dose.

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CÁSCARA SAGRADA

Thursday, December 08th, 2011 | Author:

Nome científico Rhamnus purshiana D.C.
Família Ramnácea
Parte usada Cascas secas do tronco e dos ramos.
Propriedades terapêuticas Purgativo.
Princípios ativos Derivados antraquinónicos: predominam os cascarósidos A e B, em menor quantidade os C, D, E e F, aloína e antraquinonas livres. Taninos. Sais minerais. Constituintes amargos.
Indicações terapêuticas Principal indicação: obstipação ocasional (uso aprovado pela Comissão E, German Commission E Monographs, do Ministério da Saúde da República Federal Alemã).

Informações complementares

Habitat e distribuição
Árvore espontânea da região americana do Oceano Pacífico, desde o norte dos Estados Unidos da América até a Colômbia.

Constituintes (cont.)
Derivados antraquinónicos (8-10%): predominam os cascarósidos A e B, em menor quantidade os C, D, E e F, aloína e antraquinonas livres (crisofanol e emodol). Taninos. Sais minerais. Constituintes amargos. Segundo a F.P. VI, o fármaco seco deve conter 8,0% de heterósidos antraquinónicos, dos quais 60%, no mínimo, são constituídos por cascarósidos expressos em carcarósido A.

Farmacologia e actividade biológica
Os constituintes antraquinónicos originam acção colagoga e laxante em doses baixas ou acção purgativa em doses maiores. Para as mesmas quantidades de fármaco é mais activo que o amieiro negro.

Usos etnomédicos
Na obstipação ocasional, disquinésia hepatobiliar. Como purgativo para limpeza intestinal antecedendo exames radiológicos ou intervenções cirúrgicas.

Contra-indicações
Obstipação crônica; os laxantes catárticos, quando se usam sistematicamente, dão habituação.

Obstrução intestinal. Gravidez, amamentação (os lactantes podem ter diarréias), crianças menores de doze anos. Estados inflamatórios intestinais agudos (doença de Crohn, colite ulcerosa), dor abdominal de origem desconhecida. Menstruação.

Efeitos secundários e toxicidade
Doses excessivas ou o seu uso em pessoas com uma maior sensibilidade ao fármaco, podem produzir espasmos intestinais, náuseas e vômitos.

Precauções
Usar só a casca envelhecida (pelo menos um ano) ou após aquecimento a 100ºC. Quando é recente pode provocar vômitos e espasmos gastrointestinais devido à existência de compostos sob a forma reduzida.

O uso prolongado de derivados antraquinonicaso, além de poderem conduzir a depleção de minerais, nomeadamente a hipocaliemia, pode originar um cólon atônico, sem as haustrações normais, dilatado, por destruição dos seus plexos intramurais.

Para o tratamento da obstipação crônica ou habitual, recomenda-se recorrer aos laxantes que aumentam o volume do bolo fecal e a uma dieta rica em fibras.

Formas de administração e posologia
Dose por dia, não mais de 1,5 g.
Cozimento: 1 colher de café ou de sobremesa por chávena.
Tintura (1:5): 40-60 gotas.
Pó: cápsulas de 250 mg. Em caso de necessidade pode repetir-se até 3 vezes por dia.
Extracto seco (5:1): 50-100 mg por cápsula.
Começar a administração com doses baixas e aumentá-las no caso de não produzir fezes brandas. Não prolongar o tratamento mais de uma semana, sem controlo médico.

Dose diária indicada pela E.S.C.O.P: o equivalente a 20-30 mg de derivados hidroxiantraquinônicos calculados em cascarósido A.

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ZIMBRO

Wednesday, October 19th, 2011 | Author:

Nome científico Juniperus communis L.
Propriedades terapêuticas Antiinflamatória
Princípios ativos Flavonóides, ácido glicocólico
Informações complementares

É uma planta antiinflamatória que não deve ser utilizada por quem tem problemas renais, pois pode agravar a doença.

Crianças também estão proibidas de usá-lo. Tem flavonóides e ácido glicocólico que aumenta muito a filtração glomerular e torna-o tóxico para mucosas.

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VIOLETA

Wednesday, October 19th, 2011 | Author:

Nome científico Viola odorata L.

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VETIVER

Tuesday, October 18th, 2011 | Author:

Nome científico Vetiveria zizanioides L.
Família POACEAE
Sinonímia popular Capim-cheiroso, falso-patchuli
Informações complementares

Origem
Espécie originária da Ásia tropical (Índia, Ceilão e Malásia).

Descrição Botânica
Planta mais utilizada para extração de óleos essenciais. Erva perene, de 1,50 a 2,20m de altura, cespitosa, colmos fortes, achatados, verde-claro-brilhantes com perfilhação abundante. Raízes numerosas, pardo-escuras e aromáticas. As folhas são estreitas, longas e rijas, com as extremidades dobradas. Flores em panícula terminal de coloração castanho-arroxeada de 20 a 30cm de comprimento.

Cultivo
Propagação: por estacas ou divisão de touceiras.

Plantio: outubro – dezembro.

Florescimento: todo o ano no Brasil.

Ervas

  • onde comprar capim vetiveria zizanioides

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UVA

Tuesday, October 18th, 2011 | Author:

Nome científico Vitis vinifera L.
Família Vitaceae (Ampelidaceae)
Sinonímia popular Uva, parreira, videira.
Parte usada Sementes (óleo), folhas e frutos maduros na forma de sucos.
Propriedades terapêuticas Anticarcinogênica, antitumoral, antioxidante, hepatoprotetora, vasoprotetora.
Princípios ativos Flavonóides (4-5 %), taninos, ácidos (tartárico, málico, succínico, cítrico, oxálico).
Indicações terapêuticas Diminuir a quantidade de radicais livres de oxigênio.
Informações complementares

Nomes em outros idiomas

Grape (inglês);
Vid (espanhol);
Vigne (francês);
Traube (alemão);

Outra espécie

Vitis rotundifolia

Características gerais
Fruto (que é uma baga) oblongo a globular, com 6 a 22 mm de comprimento, violeta-escuro, vermelho, verde ou amarelo.

As sementes têm formato de pêra. A vinha chega a 30 cm de altura e trepa com suas gavíneas. Folhas alternantes, palminérvias geralmente com três a cinco lobos. Superfície superior glabra (sem pelos) e inferior lanada. Flores pequenas reunidas em panículas. (Gruenwald, 2000)

Origem
Típica do sul da Europa a oeste da Ásia e cultivada em todas as regiões temperadas do mundo.

Indicações terapêuticas
Atividade antioxidante: a proantocianidina presente nos extratos de semente de uva diminuem a quantidade de radicais livres de oxigênio.

Em um estudo, o efeito antioxidante da proantocianidina foi mais potente, comparativamente, que o efeito da vitamina C e da vitamina E succinato (Bagchi, 1997 citado em Gruenwald, 2000). O componente também inibe a peroxidação dos lipossomas de fosfatidilcolina (Plumb, 1998 citado em Gruenwald, 2000).

A atividade antioxidante tem sido demonstrada em vários trabalhos através da inibição da peroxidação lipídica pelo extrato de sementes de uva. Topicamente, as procianidinas previnem a degradação de componentes estruturais de matrizes extravasculares , como colágeno, elastina e ácido hialurônico. No endotélio, a limpeza de radicais livres e os efeitos antiperoxidativos das procianidinas têm contribuído na manutenção da integridade estrutural por inibir as proteases como colagenase, elastase, hialuronidase e beta-glucuronidase (Foster, 1992).

Receitas populares
O óleo é muito usado na cosmética em máscaras faciais, cremes para as mãos, óleo para o corpo e as mãos e em xampus (Negraes, 2003).

Uso alimentar
In natura, em geléias, sucos, tortas, bolos.

Dosagens
Extratos de sementes de uva têm sido usados em terapia preventiva em tratamentos com 150-600 mg diários, com doses de 50 mg (Arne, 1982; Baruch, 1984; Corbe, 1988; Delacroix, 1981; Henriet, 1993; Nuttall, 1998; Soyeux, 1987 citado em Gruenwald, 2000).

Contra-indicações
Não há relatos de efeitos adversos, dentro das quantidades recomendadas.

Ervas

  • mangava brava
  • plantas antitumorais

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