CASTANHA-DA-ÍNDIA
Wednesday, November 01st, 2006 | Author: Ervas Medicinais
Família Hipocastanáceas
Parte usada Cascas, folhas e sementes (castanha da Índia).
Princípios ativos Heterósidos hidroxicumarínicos; flavonóides; saponósidos triterpénicos; leucoantocianósidos; oligossacáridos; fitoesteróides; heterósidos hidroxicumarínicos; derivados do quercetol, ramnetol e campferol; saponósidos triterpénicos; taninos.
Indicações terapêuticas Principais indicações terapêuticas: hemorróidas, varizes.
Informações complementares
Habitat e distribuição
Árvore originária do sudoeste da Europa (Caúcaso), norte da Grécia, prefere solos secos e está muito difundida nas regiões temperadas. Muito cultivada na Europa como árvore ornamental.
Formas de administração e posologia
Uso interno
Cozimento: 30 a 50 g de casca/litro, 250-500 ml por dia.
Infusão (folhas): 30 g/l, 2 a 3 chávenas por dia.
Tintura (1:10): 50-100 gotas, 1 a 2 vezes por dia.
Extracto seco (5:1): 200 a 600 mg por dia (deve estar ajustado entre 16 a 20% de escina anidra).
Supositórios, com 20-30 mg de extracto seco.
Uso externo
Cozimento de casca, a 5%.
Pomadas, creme ou gele a 20% de extracto fluido.
Princípios activos (cont.)
Casca: heterósidos hidroxicumarínicos 2 a 3% (esculósido, fraxósido); flavonóides (campferol, quercitina livre e na forma de heterósido); saponósidos triterpénicos 3 a 5% (escina): taninos catéquicos; leucoantocianósidos; oligossacáridos; fitoesteróides.
Folha: heterósidos hidroxicumarínicos (esculósido, escopoletósido, fraxósido; flavonóis); derivados do quercetol, ramnetol e campferol; taninos; leucoantocianósidos; vestígios de escina; fitosteróis: (sitosterol, estigmasterol, campestrol).
Semente: flavonóides 8 a 28% (esculina); saponósidos triterpénicos 10% (escina); taninos catéquicos; hidoxicumarinas, pectina; mucilagem; óleo gordo; glúcidos 40 a 50% (amido).
Artesanato
Arte e Artesanato
Ervas Medicinais
Farmacologia e actividade biológica
A escina e o esculósido são responsáveis pelas propriedades anti-exudativas, venotónicas e aumento da resistência capilar.
A escina é anti-inflamatória e diminue a permeabilidade e a fragilidade capilar. As suas propriedades anti-exudativas contribuem para a reabsorção dos edemas.
O esculósido é ainda protector solar. Os taninos contidos na casca e folhas, têm um efeito adstringente. Os extractos mostram elevada actividade anti-radicalar.
Principais aplicações cosméticas e dermatológicas
Cremes contendo extractos glicólicos de folhas ou de sementes
Úteis para tonificar e melhorar a elasticidade do tecido cutâneo e, ainda, para inibir a progressão de rugas, estrias e olheiras ao estimularem a circulação local. São empregues em peles sensíveis e exercem um efeito estimulante sobre as peles envelhecidas, especialmente, pela actividade venotónica.
Usados, também, na acne-rosácea, e no tratamento das varizes das pernas.
Banhos cosméticos
Juntar 1 litro de cozimento de folhas a 20% em 10 litros de água tépida: para tonificar a pele e aumentar a sua elasticidade.
Efeitos secundários e toxicidade
Preparações cosméticas com teores elevados em esculósido podem produzir dermatites em peles sensíveis.
Contra-indicações
Gravidez, aleitação, crianças com idadeinferior a dez anos. Tratamentos com anticoagulantes.
Ervas - Nome cientifico - Propriedades
PÊRA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Pyrus communisL.
CAJU by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Anacardium occidentale L.
UNHA-DE-GATO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Uncaria tomentosa (Willd.
GINSENG-BRASILEIRO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Pfaffia iresinoides (Kunth.
HIBISCUS by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Hibiscus sabdariffa Lineo
Família Malvácea
Sinonímia popular Hibisco, azedinha, vinagreira, quiabo-azedo
Sinonímia científica Hibiscus acetosus Noronha
Parte usada Cálices secos, folha
Propriedades terapêuticas Demulcente,colerética, hipotensora, diurética, colerético, laxante, antiespasmódica, adstringente, expectorante, protetor da mucosa estomacal, digestivo, fluidificante do suco biliar.

