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STEVIA

Wednesday, November 01st, 2006 | Author: Ervas Medicinais

Nome científico Stevia rebaudiana Bertoni
Família Compostas
Sinonímia popular Azuca-caá, caá-jhe-hê, caá-yupi, caá-ehé
Sinonímia científica Eupatorium rebaudianum Bertoni
Parte usada Folhas
Propriedades terapêuticas Hipoglicemiante, hipotensora, diurética , cardiotônica, tônica para o sistema vascular, antiflogística
Princípios ativos Glicosídeos, Esteviosídeo (5 a 10%),Rebaudiosídeo (2 a 4%), Dulcosídeo, Saponinas, Óleo essencial, taninos
Indicações terapêuticas Diabetes, hipertensão arterial, azia, baixar ácido úrico, reumatismo, fadiga, depressão, insônia, emagrecimento
Informações complementares

Outros nomes populares
Capim-doce, eura-caá, erva-adocicada, erva-doce, estévia, folha-doce, planta-doce.

Origem
Paraguai

Uso medicinal
O uso na forma de chá impede a absorção do açúcar pelo intestino, sendo benéfico aos portadores de diabetes, que podem reduzir a quantidade de insulina tomada diariamente. Deve ter acompanhamento médico.

O uso também é benéfico para quem quer regular o açúcar da dieta habitual. Nos casos de hipertensão arterial, atua como elemento regulador.

Cita-se também como tônico para o coração, contra obesidade, hipertensão, azia e para baixar os níveis de ácido úrico. Tônico para o sistema vascular, razão pela qual se torna útil nos casos de reumatismo e hipertensão.

Exerce também efeito calmante sobre o sistema nervoso, eliminando a fadiga, a depressão, a insônia e a tensão, estimula as funções digestivas e cerebrais e age como antiflogística.

Como substitui perfeitamente o açúcar, sem alterar o nível normal de glicemia, e favorece a eliminação de toxinas, é recomendada nos regimes de emagrecimento.

Os constituintes responsáveis pelas propriedades adoçantes de suas folhas são os glicosídeos, sendo o mais doce o esteviosídeo, que tem um poder adoçante 300 vezes maior que o da sacarose e pode representar até 18% da composição total da folha.

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Dosagem indicada
Diabetes
Em 1 xícara (chá), coloque 1 colher (chá ) de folhas secas, bem picadas e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara (chá) 2 vezes ao dia, entre as refeições.

Refrigerante para diabéticos
Coloque 1 colher (sobremesa) de folhas secas, bem picadas, em 1 copo de água em fervura. Desligue o fogo e deixe em repouso por 15 minutos. Em seguida coe e adicione o suco de 1 limão e gelo. Tome 1 copo 2 vezes ao dia.

Diurético
Coloque 1 colher (café) de folhas secas bem picadas e 1 colher (chá) de folha de abacateiro picada em 1 xícara (chá) de água em fervura. Desligue o fogo e deixe em repouso por 15 minutos. Em seguida coe em filtro de papel ou de pano. Tome 1 xícara (chá) 2 vezes ao dia, sendo uma no período da manhã e outra à tarde.

Efeitos colaterais
Embora se afirme que a stévia não apresenta efeitos colaterais, deve-se alertar para o fato de uma suposta ação anticoncepcional, já que os índios guaranis a utilizavam para esta finalidade.

É muito importante lembrar que seu uso por diabéticos deve ter sempre um acompanhamento médico.

Curiosidades
Durante séculos os índios guaranis do Paraguai e do Brasil têm utilizado as folhas desta planta como adoçante, principalmente para adoçar seu chá mate muito consumido por esses povos.

A notícia de que havia uma planta tão doce que uma única folha seria capaz de adoçar um bule cheio do mate mais amargo, espalhou-se rapidamente no final do século XVI, quando se iniciaram os primeiros estudos com esta planta, marcado com o primeiro artigo sobre suas propriedades datando de 1900.

O primeiro botânico brasileiro a estudar esta variedade foi o dr. Geraldo Kuhlmann, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, onde se encontra ainda hoje um exemplar para lá enviado em 1918.

O adoçante de estévia é comercializado hoje em quase todo mundo, sendo os japoneses seus maiores consumidores.

Vários estudos validaram suas propriedades, até mesmo nos EUA, onde imaginem que seu emprego é proibido por pressão e lobby da poderosa indústria de adoçantes artificiais.

Ervas - Nome cientifico - Propriedades

HAMAMELIS by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Hamamelis virginiana L.

FAVA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Diplotropis purpurea (Rich) Amshoff.

VIOLETA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Viola odorata L.

NOZ-MOSCADA by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Myristica fragrans Houtt Família Miristicácea Parte usada Semente Propriedades terapêuticas Analgésica, antiespasmódica, antiemética, afrodisíaca, carminativa, laxativa Princípios ativos Borneol, geraniol, linalol, terpineol, copeno, eugenol, miristicina, elemicina, esclareol, pectina, niacina, safrol, canfeno, dipenteno, pineno, óleos fixos, lignanos.

BOLDO-BAIANO by Ervas Medicinais on November 1st, 2006
Nome científico Vernonia condensata Baker Família Compostas Sinonímia popular Alcachofra, boldo-chinês, boldo-japonês Sinonímia científica Vernonia bahiensis Toledo Parte usada Folhas Propriedades terapêuticas Analgésico, sedativo, aperiente, colagogo, tônico, hepatoprotetor Princípios ativos Saponinas, glicosídeo cardiotônico (vernonina), substâncias amargas (lactonas sesquiterpênicas), óleo essencial, flavonóides Indicações terapêuticas Distúrbios de estômago e fígado, gases intestinais, colesterol alto, diarréia alimentar, insuficiência hepática, inapetência, inflamação da vesícula, colecistite Informações complementares Outro sinônimo científico Vernonia sylvestris Glaz.

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