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Chá Quebra Pedra

Monday, March 22nd, 2010 | Author:

O chá de quebra-pedra é usado pela medicina popular no tratamento de cálculo renal, mas não funciona exatamente quebrando as pedras nos rins. Na verdade o Phyllantus niruri evita que os cálculos se formem e relaxa o sistema urinário, o que ajuda a expeli-los. A constatação foi realizada pela química Ana Maria Freitas, do departamento de Nefrologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A quebra-pedra (Phyllantus niruni) inibe a formação de cálculos renais e facilita sua expulsão (foto: Pedro Magalhães)

Como explica a pesquisadora, a urina é uma solução composta por ânions, cátions e moléculas. “É fundamental que exista equilíbrio entre as forças que se dirigem para a cristalização e solubilização dessas substâncias”, esclarece. “Se ocorre saturação é formado um cristal, que servirá como núcleo para crescimento do cálculo.”

Os cálculos renais, que podem se formar nos rins e na bexiga, apresentam uma parte mineral (geralmente oxalato de cálcio) à qual aderem íons e macromoléculas orgânicas — sobretudo proteínas, lipídeos e glicosaminoglicanos. Existem ainda cálculos constituídos por fosfato de cálcio, ácido úrico e cistina.

A formação dos cálculos ocorre pela adesão de pequenas partículas minerais às paredes do túbulo renal, um canal fino que constitui cada néfron — as unidades funcionais de excreção do rim. “Depois que essas partículas aderem aos túbulos, passam a ser absorvidas pelas células renais”, a pesquisadora observa. Quando grandes, os cristais podem provocar a morte das células renais; já os menores passam algum tempo no interior das células e são liberados de volta no túbulo renal, onde são agregados a moléculas orgânicas e passam a constituir os cálculos.

A pesquisa conduzida por Freitas constatou que o chá de quebra-pedra reduz a adesão de cristais de oxalato de cálcio às paredes do túbulo renal. Durante dois anos o P. niruri foi ministrado a 58 ratos na forma de pó, para que os componentes não fossem alterados. Pequenas pedras de oxalato de cálcio foram implantadas na bexiga das cobaias, divididas em dois grupos. Um deles tomou a substância diariamente, enquanto o outro ingeria apenas água. Após 42 dias os animais que não tomavam o medicamento formaram uma média de 12 pedras, com cerca de 0,18 g cada. Os demais apresentaram apenas três cálculos, de aproximadamente 0,02 g.

A análise das pedras indicou que o chá impede a aderência de macromoléculas aos cristais de oxalato de cálcio porque reverte sua polaridade. “Os cristais se prendem à parede celular porque há uma atração elétrica entre ambos”, a química esclarece. “Os cristais têm carga positiva, e a parede celular, negativa. O Phyllantus niruri parece mudar a polaridade da carga dos cristais, e inibir assim sua adesão ao túbulo renal.” O chá também relaxa o sistema urinário, o que facilita a expulsão dos cálculos.

A comprovação da eficácia do chá pode representar uma alternativa aos atuais tratamentos indicados para retirada de cálculos, como cirurgias e ondas de choque. A pesquisadora adverte, no entanto, que ainda não foi determinada a dosagem ideal para ingestão do fitoterápico.

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Centelha asiática – Combate a Celulite

Tuesday, January 19th, 2010 | Author:

Conheça o chá que melhora circulação e combate a celulite

Muito usada na medicina ayurvédica, a centelha asiática é uma planta que fortalece os vasos sangüíneos e melhora a circulação da pele – daí seu uso no combate à celulite. Para preparar o chá basta ferver uma colher de sopa da erva seca em um litro de água por cinco minutos. Abafe por mais dez, coe e beba ao longo do dia. * Você pode encontrar esse chá nas lojas de produtos naturais.

Saiba mais sobre a Centella asiatica


A centela (Centella asiatica) é uma planta herbácea anual da família Apiaceae, nativa da Austrália, Ilhas do Pacífico, Nova Guiné, Melanésia, Malásia e Ásia. É muito utilizada em tratamentos contra a celulite.

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Trate sua pele com receitas à base de chás

Monday, December 14th, 2009 | Author:

Os efeitos dos chás para cuidar da sua saúde são bastante conhecidos: hortelã é ótima para a digestão, limão combate a gripe e não há quem nunca tenha tomado uma infusão de romã para melhorar a garganta. A novidade, agora, é usar o seu delicioso chazinho como aliado da beleza. As ervas bem escolhidas eliminam as toxinas, equilibram a hidratação e até rejuvenescem seu rosto.

Para você ter uma idéia dos poderes naturais dos chás, o naturólogo José de Andrade, a oligoterapeuta Inez de Castro e a terapeuta holística Vivian Hefler, todos do Pacuíba Centro de Terapias Naturais, apresentam uma série de tratamentos que podem ser feitos em casa, usando as plantas em estado natural ou em sachês.

Primeiro Passo: mudando o PH da pele (para todos os tipos de pele)
Dissolva em um copo de água (aproximadamente 200mL), uma colher de sopa de bicarbonato de sódio. Aplique no rosto com bandaletes (algodão envolvidos em gazes) e aguarde por três minutos.

Segundo Passo: dilatação dos poros, eliminação de toxinas e reposição mineral
Faça um chá fraco de folhas secas de pimenta (a de sua preferência): use um copo de água para uma folha seca de pimenta. Dissolva uma colher de sopa de argila branca ou verde no chá já preparado e morno. Aplique sobre rosto, pescoço e colo. Deixe descansar por cinco minutos e retire usando chá morno de camomila (pode ser de sachê).

Terceiro Passo: Hidratação
Para peles oleosas ou mistas: Faça um chá de folha seca de abacate com folha de hortelã. Use um copo de água, uma folha seca de abacate e um ramo seco pequeno de hortelã. Depois, basta embeber os bandaletes neste chá e aplicar no rosto, pescoço e colo por 10 minutos. Retire os bandaletes e só limpe o excesso, deixando a pele secar naturalmente.

Para peles secas e normais : Faça uma máscara de abacate e mel. Coloque, em um recipiente, duas colheres de sopa de polpa de abacate e uma colher de chá de mel. Misture bem e aplique sobre o rosto, pescoço e colo, deixando agir por 10 minutos. Retire o excesso e lave com água norma em abundancia.

Dicas dos especialistas

1. Para conseguir resultados, faça o tratamento uma vez por semana
2. Evite aplicar a receita quando a pele estiver sensível, machucada ou com acne
3. Tome cuidado com a região dos olhos, que podem ficar irritados com algum ingrediente

Poder natural
Os especialistas do Pacuíba Centro de Terapias Naturais explicam a ação dos ingredientes usados na receita que você acaba de aprender:

Bicarbonato de sódio: neutraliza o PH da pele. Traz o equilíbrio para as peles alcalinizadas ou acidificadas, por isso é indicado para todos os tipos de pele.

Folhas de pimenta: tem função vasodilatadora, além de emoliente e rejuvenescedora celular.

Camomila: rica em azulenio, óleo essencial, ótimo calmante, sais minerais (cálcio e enxofre desensibilizante e cicatrizante da pele). Possui flavonóide, poderosos, antioxidante, antialérgico e antiinflamatório.

Abacate: contem óleo essencial, carotenóides, e clorofila. Tem propriedades antioxidantes e revitalizantes.

Hortelã: é refrescante, calmante, antioxidante e antiinflamatório.

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Chá verde reduz o risco de pneumonia em mulheres

Thursday, October 29th, 2009 | Author:

Um estudo japonês publicado no American Journal of Clinical Nutrition sugere que o o consumo de chá verde reduz o risco de pneumonia em mulheres. O estudo da Universidade de Tohoku, em Sendai, no Japão, aconteceu com mais de 19 mil homens e 21,5 mulheres, com idade entre 40 e 79 anos.

De acordo com os pesquisadores, beber cinco ou mais xícaras da bebida por dia, reduz em 47% as chances da doença em mulheres. Mas, os cientistas também afirmam que mesmo em quantidade menor o consumo do chá pode ter efeitos significativos, principalmente nos casos mais graves que podem levar à morte.

O estudo não conseguiu identificar por que o mesmo efeito não foi conquistado com o público masculino, mas os cientistas afirmam que alguma substância encontrada no chá pode ser a responsável pela proteção das mulheres contra a pneumonia.

Ervas

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Erva Doce

Wednesday, September 02nd, 2009 | Author:

O funcho, também conhecido por anis-doce, erva-doce, maratro ou finóquio, ou fiuncho, é o nome vernáculo dado à espécie herbácea Foeniculum vulgare Mill. (sinónimo taxonómico de Anethum foeniculum L. e de Foeniculum officinale L.) uma umbelífera fortemente aromática comestível utilizada em culinária, em perfumaria e como aromatizante no fabrico de bebidas espirituosas e planta medicinal. O funcho é nativo da bacia do Mediterrâneo, com variedades na Macaronésia e no Médio Oriente, onde ocorre no estado silvestre, mas é hoje cultivado, sob diversas formas varietais, em todas as regiões temperadas e subtropicais.

funcho

Descrição

O funcho é uma planta herbácea perene, de caules erectos múltiplos, com até dois metros de altura (mas em geral com menos de 80 centímetros), de cor verde intenso, por vezes glauco, tornando-se azulada quando em locais expostos à secura e a intensa radiação solar.

As folhas são longas (até 40 cm) e delgadas, finamente dissecadas, terminando em segmentos filiformes a aciculares (com cerca de 0,5 mm de diâmetro), muito flexíveis, mas que, quando expostos à secura, endurecem exteriormente para evitar a perda de água.

Produz inflorescências terminais compostas, umbeliformes, com 5 a 15 cm de diâmetro, contendo 20 a 50 flores pediceladas inseridas num único ponto do ápice da inflorescência, sobre pedúnculos curtos. As flores são minúsculas têm de 2 a 5 mm de diâmetro, amarelo a amarelo-esverdeadas.

O fruto é uma semente seca, fortemente aromática, ovóide, de 4 a 9 mm de comprimento e 2 a 4 mm de largura, achatada e com entalhes longitudinais simétricos em ambos os lados.

A raiz é rizomatosa, esbranquiçada e muito suculenta, armazenado grande quantidade de água.

O cheiro e sabor característicos (em geral designados por “anis” ou “erva-doce”) resultam da presença de anetol, um composto fortemente aromatizante.

Espécies associadas

A maioria dos botânicos tende a considerar o Foeniculum vulgare como a única espécie legítima do género, considerando as outras espécies descritas como meras formas. Assim, apesar das grandes diferenças morfológicas, de teor em óleos essenciais e de sabor e cheiro, as espécies antes descritas neste género parecem ser meras subespécies ou variedades de F. vulgare.

Dadas a presenças de óleos essenciais, a planta é muito resistente ao ataque de insectos herbívoros, sendo contudo hospedeira de alguns lepidópteros especificamente adaptados às suas características bioquímicas, incluindo formas larvais da Amphipyra tragopoginis e da Papilio zelicaon (que apenas se alimentam de umbelíferas.

Dado o seu cheiro a anis, a planta é por vezes confundida com a Pimpinella anisum (o anis), uma espécie aparentada, mas muito diferente.

Cultura e utilização

É frequentemente utilizada em pequenas quantidades na cozinha mediterrânica como planta aromatizante, particularmente os das variedades menos ricas em óleos essenciais, serem consumidos em fresco como parte de saladas.

Pode também ser incorporado em sopas, em particular sopas destinadas a serem consumidas frias. Um dos pratos típicos dos Açores é uma sopa de feijão e inhame com folhas e caules tenros de funcho.

É frequente o seu uso como aromatizante em molhos, conservas de vegetais, curtumes e outros preparados semelhantes. Usada em baixas concentrações dá um aroma e sabor discretos, semelhante ao mentolado, mas bastante mais suave e doce.

As sementes secas são utilizadas em chás e tisanas e como aromatizante em licores e bebidas alcoólicas destiladas (como a aquavit).

Na Índia e China as sementes moídas são utilizadas para a produção de condimentos e especiarias, recebendo a designação de saunf ou moti saunf.

As suas raízes são consideradas como tendo propriedades diuréticas, sendo por esta razão comercializadas pelas ervanárias. O chá de semente de funcho é utilizado para reduzir os gases intestinais, incluindo na primeira infância e em crianças lactentes.

O anetol, o composto que lhe dá o cheiro e sabor característicos, é considerado estimulante das funções digestivas e carminativo, podendo ter propriedades coleríticas.

Em concentrações elevadas os óleos essenciais do funcho apresentam actividade insecticida, apresentando actividade neurotóxica. Este óleo faz parte da farmacopeia europeia.

Em perfumaria os óleos essenciais do funcho são utilizados para perfumar pastas dentífricas, champôs e sabonetes.

Variedades e cultivares

Pelas suas características aromáticas e pelos usos medicinais do anetol, o funcho tem sido utilizado desde a antiguidade, sendo já cultivado no Antigo Egipto.

Na Grécia Antiga era designado por ??????? (marathon), estando na origem do nome Maratona (que afinal, em português seria Funchal), o local da mítica batalha de Maratona travada em 490 a.C. entre gregos e persas. A mitologia grega diz que Prometeu usou um talo de funcho para roubar fogo dos deuses.

Existem múltiplas variedades cultivadas, a maior parte das quais seleccionadas pela doçura e baixa concentração de anetol, o que permite o consumo em saladas.

Outros cultivares são seleccionados para a obtenção de grandes concentrações de óleos essenciais, sendo utilizados para perfumaria e para a produção de condimentos.

Uma variedade de funcho, originária da Macaronésia e designada por F. vulgare azoricum (Mill.) Thell., caracterizada por caules mais suculentos e doces e menor concentração de óleos essenciais, o que os torna facilmente comestível em fresco, é hoje comercializada com a designação varietal de Florence. Esta forma da planta é espontânea nos Açores e na Madeira. A sua abundância está na origem do nome da cidade do Funchal, a actual capital madeirense.

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Cha Branco

Tuesday, August 18th, 2009 | Author:

O chá branco é a infusão de chá com folhas jovens (novos botões que cresceram) e que não sofreram efeitos de oxidação; os botões podem estar protegidos da luz do sol para prevenir a formação de clorofila.

O chá branco contém alegadamente propriedades que ultrapassam o chá verde na prevenção do cancro do cólon e maior quantidade de antioxidantes que outros chás. Em experiencias feitas por investigadores do Linus Pauling Institute da Universidade do Estado de Oregon, ao testarem as capacidades dos dois tipos de chá em previnir o desenvolvimento dos pólipos do cólon, o chá branco revelou-se 10% mais eficaz. Entre todos os chás, o branco é o que apresenta maior concentração de polifenóis, entre outros antioxidantes. Essas substâncias ajudam a neutralizar os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular.

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Chá verde antigripe

Tuesday, July 14th, 2009 | Author:

Chá verde antigripe

Médico infectologista

Rio – A gripe suína está entre nós e pode nos deixar fora de circulação por até 10 dias. Como o Ministério da Saúde só vai testar os casos graves, ficaremos sem saber quem tem a gripe ou não. O governo ainda proibiu a distribuição e venda livre do antiviral Tamiflu nas farmácias, para evitar o aparecimento de mutantes resistentes ao vírus. O que nos resta é torcer e rezar para o vírus H1N1 não nos pegar.

Entretanto, vários estudos mostraram que os polifenóis do chá verde oferecem proteção contra diversos tipos de vírus influenza, com grande probabilidade de atuar também no H1N1. Num laboratório de virologia em Londres, estudos mostraram que um produto à base de chá verde borrifado na mucosa nasal de animais de laboratório preveniram a infecção pelo H2N3, e esse efeito foi comparável ao Tamiflu. Já na Universidade de Seul, um polifenol do chá verde, a epigalocatequina, foi eficiente em inibir vários vírus influenza humanos e animais, em concentração semelhante ao do Tamiflu.

Estudos clínicos também confirmam o efeito do chá. Trabalho da Universidade de Shizuoka, no Japão, revelou que a administração regular de polifenóis do chá verde levou à queda significativa dos episódios de gripe nos idosos tratados. A cultura de células mostrou que várias substâncias deste chá podem neutralizar a replicação de vírus influenza A e B, e um dos mecanismos de ação é a inibição da enzima viral neuraminidase, da mesma forma que o Tamiflu age.

Para a prevenção da gripe, são necessárias pelo menos três xícaras de chá verde ao dia. Gargarejá-lo antes de engolir também aumenta muito a eficiência, segundo alguns pesquisadores.

Fonte: Odia

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Pimenta faz bem à saúde

Sunday, July 12th, 2009 | Author:

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Chá alivia dores musculares e dá energia a atletas

Sunday, July 12th, 2009 | Author:

Bebida mistura erva-doce, canela e semente de mostarda em porções iguais.

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Benefícios do cha de hortelã

Wednesday, July 08th, 2009 | Author:

De acordo com uma pesquisa da UnB, o chá de hortelã é um ótimo remédio para combater vermes. Veja como como escolher a hortaliça e coomo preparar a bebida que também é indicada por farmacêutico.

Fonte: Hortelã

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