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ERVA-DOCE – Foeniculum vulgare

Wednesday, March 10th, 2010 | Author:

Contem potássio, sódio e ferro. O chá das sementes é um regulador intestinal e calmante para o
estômago. Desobstrui os brônquios, oxigenando melhor os pulmões. Acredita-se que mulheres que
amamentam devem tomar chá de erva-doce para os efeitos calmantes passarem através do leite para
a criança. Para os idosos, esse mesmo chá normaliza a circulação do sangue e combate a depressão.
Atua ainda, como estimulante da digestão e do aparelho urinário. No uso geral o chá de erva-doce é feito em um litro de água fervente com 10gr de sementes. Coar, adoçar pouco e tomar de quatro a
cinco xícaras por dia.

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Erva Doce

Wednesday, September 02nd, 2009 | Author:

O funcho, também conhecido por anis-doce, erva-doce, maratro ou finóquio, ou fiuncho, é o nome vernáculo dado à espécie herbácea Foeniculum vulgare Mill. (sinónimo taxonómico de Anethum foeniculum L. e de Foeniculum officinale L.) uma umbelífera fortemente aromática comestível utilizada em culinária, em perfumaria e como aromatizante no fabrico de bebidas espirituosas e planta medicinal. O funcho é nativo da bacia do Mediterrâneo, com variedades na Macaronésia e no Médio Oriente, onde ocorre no estado silvestre, mas é hoje cultivado, sob diversas formas varietais, em todas as regiões temperadas e subtropicais.

funcho

Descrição

O funcho é uma planta herbácea perene, de caules erectos múltiplos, com até dois metros de altura (mas em geral com menos de 80 centímetros), de cor verde intenso, por vezes glauco, tornando-se azulada quando em locais expostos à secura e a intensa radiação solar.

As folhas são longas (até 40 cm) e delgadas, finamente dissecadas, terminando em segmentos filiformes a aciculares (com cerca de 0,5 mm de diâmetro), muito flexíveis, mas que, quando expostos à secura, endurecem exteriormente para evitar a perda de água.

Produz inflorescências terminais compostas, umbeliformes, com 5 a 15 cm de diâmetro, contendo 20 a 50 flores pediceladas inseridas num único ponto do ápice da inflorescência, sobre pedúnculos curtos. As flores são minúsculas têm de 2 a 5 mm de diâmetro, amarelo a amarelo-esverdeadas.

O fruto é uma semente seca, fortemente aromática, ovóide, de 4 a 9 mm de comprimento e 2 a 4 mm de largura, achatada e com entalhes longitudinais simétricos em ambos os lados.

A raiz é rizomatosa, esbranquiçada e muito suculenta, armazenado grande quantidade de água.

O cheiro e sabor característicos (em geral designados por “anis” ou “erva-doce”) resultam da presença de anetol, um composto fortemente aromatizante.

Espécies associadas

A maioria dos botânicos tende a considerar o Foeniculum vulgare como a única espécie legítima do género, considerando as outras espécies descritas como meras formas. Assim, apesar das grandes diferenças morfológicas, de teor em óleos essenciais e de sabor e cheiro, as espécies antes descritas neste género parecem ser meras subespécies ou variedades de F. vulgare.

Dadas a presenças de óleos essenciais, a planta é muito resistente ao ataque de insectos herbívoros, sendo contudo hospedeira de alguns lepidópteros especificamente adaptados às suas características bioquímicas, incluindo formas larvais da Amphipyra tragopoginis e da Papilio zelicaon (que apenas se alimentam de umbelíferas.

Dado o seu cheiro a anis, a planta é por vezes confundida com a Pimpinella anisum (o anis), uma espécie aparentada, mas muito diferente.

Cultura e utilização

É frequentemente utilizada em pequenas quantidades na cozinha mediterrânica como planta aromatizante, particularmente os das variedades menos ricas em óleos essenciais, serem consumidos em fresco como parte de saladas.

Pode também ser incorporado em sopas, em particular sopas destinadas a serem consumidas frias. Um dos pratos típicos dos Açores é uma sopa de feijão e inhame com folhas e caules tenros de funcho.

É frequente o seu uso como aromatizante em molhos, conservas de vegetais, curtumes e outros preparados semelhantes. Usada em baixas concentrações dá um aroma e sabor discretos, semelhante ao mentolado, mas bastante mais suave e doce.

As sementes secas são utilizadas em chás e tisanas e como aromatizante em licores e bebidas alcoólicas destiladas (como a aquavit).

Na Índia e China as sementes moídas são utilizadas para a produção de condimentos e especiarias, recebendo a designação de saunf ou moti saunf.

As suas raízes são consideradas como tendo propriedades diuréticas, sendo por esta razão comercializadas pelas ervanárias. O chá de semente de funcho é utilizado para reduzir os gases intestinais, incluindo na primeira infância e em crianças lactentes.

O anetol, o composto que lhe dá o cheiro e sabor característicos, é considerado estimulante das funções digestivas e carminativo, podendo ter propriedades coleríticas.

Em concentrações elevadas os óleos essenciais do funcho apresentam actividade insecticida, apresentando actividade neurotóxica. Este óleo faz parte da farmacopeia europeia.

Em perfumaria os óleos essenciais do funcho são utilizados para perfumar pastas dentífricas, champôs e sabonetes.

Variedades e cultivares

Pelas suas características aromáticas e pelos usos medicinais do anetol, o funcho tem sido utilizado desde a antiguidade, sendo já cultivado no Antigo Egipto.

Na Grécia Antiga era designado por ??????? (marathon), estando na origem do nome Maratona (que afinal, em português seria Funchal), o local da mítica batalha de Maratona travada em 490 a.C. entre gregos e persas. A mitologia grega diz que Prometeu usou um talo de funcho para roubar fogo dos deuses.

Existem múltiplas variedades cultivadas, a maior parte das quais seleccionadas pela doçura e baixa concentração de anetol, o que permite o consumo em saladas.

Outros cultivares são seleccionados para a obtenção de grandes concentrações de óleos essenciais, sendo utilizados para perfumaria e para a produção de condimentos.

Uma variedade de funcho, originária da Macaronésia e designada por F. vulgare azoricum (Mill.) Thell., caracterizada por caules mais suculentos e doces e menor concentração de óleos essenciais, o que os torna facilmente comestível em fresco, é hoje comercializada com a designação varietal de Florence. Esta forma da planta é espontânea nos Açores e na Madeira. A sua abundância está na origem do nome da cidade do Funchal, a actual capital madeirense.

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Veja as indicações e os riscos de ervas usadas para chás

Friday, March 20th, 2009 | Author:

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Calmantes Naturais, saiba quais são

Tuesday, March 25th, 2008 | Author:

Se você anda nervoso e irritado e sente-se incomodado com tudo, saiba que, em momentos como esses, às vezes, uma simples xícara de chá pode produzir efeitos tranqüilizantes e inesperadamente eficazes.

Quase sempre surpreendendo até aqueles que não acreditam muito em fitoterapia ou nos poderes das ervas.
Por isso, leia em seguida uma verdadeira lista dos calmantes naturais mais usados, por seus efeitos tranqüilizantes, e pelo aroma e paladar deliciosos, que, com toda certeza, vão lhe ajudar a descobrir o sabor que mais lhe agrada, bastando um pouco de água quente + sua erva favorita + mel, a fim de obter os melhores resultados.
Conheça as ervas calmantes mais importantes e fáceis de encontrar

Papoula – Use as sementes que funcionam como relaxante do sistema nervoso.
Camomila – Deliciosa é uma planta que até o cheiro é calmante.
Ginseng – Usado em pó, é conhecido como um excelente antiestresse.
Capim-limão – Seu chá combate o nervosismo. Kava-kava – Usado sob a forma de cápsulas, geralmente é tomado pela manhã.
Erva-doce – Excelente tranqüilizante. Pode ser usada como chá de suas folhas ou sementes, além de sucos e outras delícias.
Cenoura – Pode ingeri-la crua ou mesmo cozida desde que no vapor, para que funcione como calmante, liberando todas as suas propriedades.
(Mulungu – Indicado nos casos de excitação nervosa, por restituir o sono natural.
Tília – Um combatente importante contra a tensão nervosa que não só provoca o sono, como também acalmando.

Valeriana – Suas folhas produzem um poderoso chá, que é muito bom e pode ser ingerido sem problemas por jovens e idosos.

Alface – Deliciosa, esta verdura, com folhas calmantes, é presença marcante em saladas e o chá de sua raiz um ótimo tranqüilizante.

Calmantes especiais: arruda e alfazema possuem em suas propriedades calmantes um composto que atua como auxiliar nos tratamentos da ansiedade, insónia e sistema nervoso, tendo ação sedativa e tranqüilizante.

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